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Prostituição ou outro qualquer nome, Por tua causa, embora o homem te aceite, É que as mulheres ruins ficam sem leite E os meninos sem pai morrem de fome! Por que há de haver aqui tantos enterros? Lá no "Engenho" também, a morte é ingrata... Há o malvado carbúnculo que mata A sociedade infante dos bezerros! Quantas moças que o túmulo reclama! E após a podridão de tantas moças, Os porcos esponjando-se nas poças Da virgindade reduzida à lama! Morte, ponto final da última cena, Forma difusa da matéria imbele, Minha filosofia te repele, Meu raciocínio enorme te condena! Diante de ti, nas catedrais mais ricas, Rolam sem eficácia os amuletos, Oh! Senhora dos nossos esqueletos E das caveiras diárias que fabricas!
Por Augusto dos AnjosJó, JÓ, 7:18, para que a cada manhã o visites, e que a cada momento o ponhas à prova?
Por Jó, Antigo TestamentoQuando um adulto não está satisfeito consigo mesmo, deve se perguntar o que esqueceu no caminho. A resposta normalmente é que não cumpriu com o combinado.
Por Allan PercyGênesis, GN, 49:28, São estas as doze tribos de Israel e isto é o que lhes falou seu pai quando os abençoou; a cada um deles abençoou segundo a bênção que lhe cabia.
Por Gênesis, Antigo TestamentoDeus não nos disciplina para subjugar-nos, mas para nos condicionar para uma vida de utilidade e bem-aventurança.
Por Billy GrahamVolta e meia Você passa E eu tropecei no meio-fio Então não vi mais nada Nem quem me segurava Pra eu não rolar por uns dez lances de escada Você me acendeu sem tentar Foi o seu beijo que me deu a luz
Por Bemti