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Todos nós queremos as mesmas coisas: oportunidades e meios para que todos ganhem o seu pão...
Por Isabel IbañezNão importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um "obrigado" e saía no "com licença". Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.
Por Fabrício Carpinejar“Deus deseja que ganhemos a corrida da vida. As atitudes e práticas nos relacionamentos de namoro na nossa cultura são bagagens desnecessárias que atrapalham.”
Por Joshua HarrisI Coríntios, 1CO, 4:6, Meus irmãos, apliquei estas coisas figuradamente a mim mesmo e a Apolo, por causa de vocês, para que por nosso exemplo vocês aprendam isto: ´Não ultrapassem o que está escrito`, para que ninguém se encha de orgulho a favor de um em prejuízo de outro.
Por I Coríntios, Novo TestamentoQuando o amor etiver de existir e a compreensão estiver de entender que os momentos devem ser celebrados reiterando o amor e a vida no NATAL
Por Geraldo NetoDeuteronômio, DT, 12:14, mas, no lugar que o Senhor escolher numa das tribos de vocês, ali vocês devem oferecer os seus holocaustos e ali farão tudo o que lhes ordeno.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoBem-aventuradas as pessoas cujos líderes podem olhar o destino nos olhos sem vacilar, mas também sem tentar brincar de Deus.
Por Henry KissingerNúmeros, NM, 19:7, Então o sacerdote lavará as suas roupas e banhará o seu corpo em água; depois, entrará no arraial e ficará impuro até a tarde.
Por Números, Antigo Testamento