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Jó, JÓ, 19:8, Deus fechou o meu caminho, e não consigo passar; e nas minhas veredas pôs trevas.

Por Jó, Antigo Testamento

Isaías, IS, 28:5, Naquele dia, o Senhor dos Exércitos será a coroa de glória e o formoso diadema para o restante de seu povo.

Por Isaías, Antigo Testamento

Provérbios, PV, 16:29, O violento alicia o seu companheiro e guia-o por um caminho que não é bom.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Falareis de nós como de um sonho. Crepúsculo dourado. Frases calmas. Gestos vagarosos. Música suave. Pensamento arguto. Subtis sorrisos. Paisagens deslizando na distância. Éramos livres. Falávamos, sabíamos, e amávamos serena e docemente. Uma angústia delida, melancólica, sobre ela sonhareis. E as tempestades, as desordens, gritos, violência, escárnio, confusão odienta, primaveras morrendo ignoradas nas encostas vizinhas, as prisões, as mortes, o amor vendido, as lágrimas e as lutas, o desespero da vida que nos roubam - apenas uma angústia melancólica, sobre a qual sonhareis a idade de oiro. E, em segredo, saudosos, enlevados, falareis de nós - de nós! - como de um sonho.

Por Jorge de Sena

A diferença entre sonhadores e visionários, se chama ação.

Por Nay ZASH

Lá vai o mendigo, Céu e Terra o estão vestindo: roupagens de verão!

Por Kikaku

Mateus, MT, 1:17, Assim, todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze; desde Davi até o exílio na Babilônia, catorze gerações; e desde o exílio na Babilônia até Cristo, catorze gerações.

Por Mateus, Novo Testamento

O conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante: “Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.

Por John Stott

Lucas, LC, 4:28, Todos na sinagoga, ouvindo estas coisas, se encheram de ira.

Por Lucas, Novo Testamento

Jó, JÓ, 28:1, ´Na verdade, a prata tem as suas minas, e o ouro, que se refina, tem o seu lugar.

Por Jó, Antigo Testamento