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Sol que Ama a Chuva Ela era como o sol As outras estrelas não se igualavam à luz dela. Genuinamente feliz. Seus sentimentos eram poesias, e pinturas — fossem elas em seu próprio corpo ou em uma parede qualquer. Sua arte era sua beleza, que era cada vez mais realçada pelas pinceladas que ela mesma fazia questão de dar. Era consciente de que esculpir seu corpo doía na alma, mas ela não tinha medo de deixar sua obra mais bonita: seu corpo, seu templo. Ela não precisava de admiradores; a própria admiração já era mais que suficiente. Sua beleza se assemelhava às mais lindas rosas, às mais verdes florestas. Ela era sol — mas dias bonitos, para ela, eram dias nublados, chuvosos e escuros. A natureza era sua inspiração, mas ela morava na cidade, onde dificilmente era possível avistar uma árvore. Ela era como as estações: alegre, iluminada, fria, colorida, vasta... Ela mudou. Seus interesses ainda são os mesmos, porém ela se perdeu — e não é capaz de se encontrar mais. Ela só quer paz.
Por anandayasminI Crônicas, 1CR, 15:1, Davi fez também casas para si mesmo, na Cidade de Davi, e preparou um lugar para a arca de Deus e lhe armou uma tenda.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 19:5, À vista do sacerdote, a novilha será queimada; o couro, a carne, o sangue e o excremento, tudo será queimado.
Por Números, Antigo TestamentoDesde que eu me lembro, sempre quis tudo da vida, tudo o que ela pode me dar. Esse desejo me separa das pessoas que estão dispostas a se contentar com menos. Não consigo nem compreender como os desejos das pessoas podem ser pequenos, as ambições estreitas e limitadas, quando as possibilidades são infinitas.
Por Deborah FeldmanDizem que a mulher é o sexo frágil Mas que mentira absurda Eu que faço parte da rotina de uma delas Sei que a força está com elas
Por Erasmo CarlosEle quer realizar alguma coisa na vida, aprender idiomas, ver o mundo, ler mil livros, ele quer descobrir se existe algum núcleo, mas às vezes é difícil pensar e ler quando alguém está cansado e dolorido após uma difícil viagem de pesca, molhado e frio depois de doze horas trabalhando nos prados, quando seus pensamentos podem ser tão pesados que ele mal consegue levantá-los, então é um longo caminho até o centro.
Por Jón Kalman Stefánsson