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Gênesis, GN, 2:17, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal você não deve comer; porque, no dia em que dela comer, você certamente morrerá.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Deus criou o homem à sua imagem. Isso provavelmente significa: o homem criou Deus à sua própria imagem.

Por Georg Lichtenberg

Números, NM, 25:4, O Senhor disse a Moisés: - Reúna todos os chefes do povo e enforque-os diante do Senhor ao ar livre, e a ardente ira do Senhor se afastará de Israel.

Por Números, Antigo Testamento

[...] Um anjo veio e deu vida Ao peito de amores nu: Minh'alma agora remida Adora o anjo - que és tu!

Por Casimiro de Abreu

⁠Isso é o suprassumo que abastece o olimpo Nada muito limpo, tudo muito sujo Tudo vira suco, mágoa vira vinho Tô por mim sozinho, tô por todo mundo

Por Jovem Dionisio

Jeremias, JR, 34:3, Você não escapará das mãos dele; pelo contrário, será preso e entregue nas suas mãos. Você verá o rei da Babilônia face a face, e ele falará com você pessoalmente. E você será levado para a Babilônia.`

Por Jeremias, Antigo Testamento

A Procura da Poesia Não faças versos sobre acontecimentos. Não há criação nem morte perante a poesia. Diante dela, a vida é um sol estático, não aquece nem ilumina. As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam. Não faças poesia com o corpo, esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica. Tua gota de bile, tua careta de gozo ou de dor no escuro são indiferentes. Nem me reveles teus sentimentos, que se prevalecem do equívoco e tentam a longa viagem. O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia. Não cantes tua cidade, deixa-a em paz. O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas. Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma. O canto não é a natureza nem os homens em sociedade. Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam. A poesia (não tires poesia das coisas) elide sujeito e objeto. Não dramatizes, não invoques, não indagues. Não percas tempo em mentir. Não te aborreças. Teu iate de marfim, teu sapato de diamante, vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável. Não recomponhas tua sepultada e merencória infância. Não osciles entre o espelho e a memória em dissipação. Que se dissipou, não era poesia. Que se partiu, cristal não era. Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. Estão paralisados, mas não há desespero, há calma e frescura na superfície intata. Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário. Convive com teus poemas, antes de escrevê-los. Tem paciência se obscuros. Calma, se te provocam. Espera que cada um se realize e consume com seu poder de palavra e seu poder de silêncio. Não forces o poema a desprender-se do limbo. Não colhas no chão o poema que se perdeu. Não adules o poema. Aceita-o como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada no espaço. Chega mais perto e contempla as palavras. Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra e te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível, que lhe deres: Trouxeste a chave? Repara: ermas de melodia e conceito elas se refugiaram na noite, as palavras. Ainda úmidas e impregnadas de sono, rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.

Por Carlos Drummond de Andrade

⁠Para trás, que eu vou me dar um sacode. (Po)

Por Kung Fu Panda 4

Deuteronômio, DT, 11:23, o Senhor expulsará todas estas nações e vocês tomarão posse de nações maiores e mais poderosas do que vocês.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 7:25, Com respeito às virgens, não tenho mandamento do Senhor, mas dou a minha opinião, como alguém que recebeu do Senhor a misericórdia de ser fiel.

Por I Coríntios, Novo Testamento