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Nada dura para sempre. Estrelas… árvores… animais… pessoas… até os deuses… Tudo morre um dia. O lobo virá. E o mundo queimará.
Por Bárbaros (série)Deuteronômio, DT, 28:62, Vocês, que eram tão numerosos como as estrelas do céu, ficarão reduzidos a poucas pessoas, porque não deram ouvidos à voz do Senhor, o Deus de vocês.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoNão acredito em maldições e não acredito em sorte. Acho que fazemos nossa própria sorte.
Por Garra de Ferro (filme)Cada um de nós é responsável p... "Cada um de nós é responsável por seus atos. Por que vai desanimar, pelo que os outros fizeram a você? Que tem você que ver com isso? Siga à frente, ainda que o mundo inteiro esteja contra você. Você há de vencer, mesmo que fique sozinho. Continue sem desânimo, porque você é o único responsável por seus atos." 2007/09/05 enviada por WebMaster Autoria de Carlos Torres Pastorino Mensagens de Minutos de Sabedoria
Por Carlos Torres PastorinoMEU PAI, MEU HERÓI - HOMENAGEM DIAS DOS PAIS Pai: exemplo de valor e retidão. Ensinamento, espelho, esperança. Semente boa plantada em nós lá na infância. Que germina pela vida afora, estruturando o ser e o não ser. Como falar sobre esse amor? Se amor de filho para pai às vezes é calado, contido? Dizer é amor apenas, talvez baste. Amor genuíno, em sua máxima expressão. Pai: anjo protetor, guardião das boas atitudes. Ah, a vontade de ser o que ele é! Mesmo que às avessas. Que assim seja. (Trecho do livro Meu pai, meu herói)
Por Anderson CavalcanteNunca admiro o ato ou o fato, mas apenas o espírito humano. O ato, o fato, são vestimentas e a história não é mais do que o velho guarda-roupa do espírito humano.
Por Heinrich HeineI've tried so hard to tell myself that you're gone But though you're still with me I've been alone all along
Por EvanescenceAs Três Irmãs do Poeta É Noite! as sombras correm nebulosas. Vão três pálidas virgens silenciosas Através da procela irrequieta. Vão três pálidas virgens... vão sombrias Rindo colar num beijo as bocas frias... Na fronte cismadora do Poeta: "Saúde, irmão! Eu sou a Indiferença. Sou eu quem te sepulta a idéia imensa, Quem no teu nome a escuridão projeta... Fui eu que te vesti do meu sudário... Que vais fazer tão triste e solitário?..." - "Eu lutarei!" - responde-lhe o Poeta. "Saúde, meu irmão! Eu sou a Fome. Sou eu quem o teu negro pão consome... O teu mísero pão, mísero atleta! Hoje, amanhã, depois... depois (qu'importa?) Virei sempre sentar-me à tua porta..." -"Eu sofrerei"-responde-lhe o Poeta. "Saúde, meu irmão! Eu sou a Morte. Suspende em meio o hino augusto e forte. Marquei-te a fronte, mísero profeta! Volve ao nada! Não sentes neste enleio Teu cântico gelar-se no meu seio?!" -"Eu cantarei no céu" - diz-lhe o Poeta!
Por Castro Alves