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De cinza são formadas as tuas nuvens Que embargam os olhos, te impedem de enxergar O brilho amarelo do vestido, Sol de domingo Do teu sorrir e de fazer alguém feliz
Por Dois é ParSalmos, SL, 49:4, Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola, decifrarei o meu enigma ao som da harpa.
Por Salmos, Antigo TestamentoVem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.
Por Ricardo ReisJuízes, JZ, 2:15, Por onde quer que fossem, a mão do Senhor estava contra eles para seu mal, como o Senhor lhes tinha dito e como lhes havia jurado. E estavam em grande aperto.
Por Juízes, Antigo TestamentoE é para chegar quem quiser, deixe a tristeza para lá E traga o seu coração, sua presença de irmão Nós precisamos de você nesse cordão
Por GonzaguinhaCorro, minha casa é meu lugar sempre E eles aqui nem me conhecem mais Está tudo bem Pra quem não sente a pele até queimar Tem medo de mim, você nem me conhece mais Seu muro não me alcança E na sua falha você vai me ver dançar Está tudo bem se você nem me conhece mais
Por Giovani CidreiraNúmeros, NM, 4:20, Porém os coatitas não entrarão, nem por um instante, para ver as coisas santas, para que não morram.
Por Números, Antigo TestamentoToda vez que achamos que o que precisamos está no outro, seja para nossa felicidade ou realização, acabamos nos diminuindo e nos tornando mais dependentes.
Por Andréa Fernanda Morais