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Números, NM, 2:23, O seu exército, segundo o censo, foram trinta e cinco mil e quatrocentos.
Por Números, Antigo TestamentoA NOITE Oh! jornada negra! O silêncio debruçado Lá fora... um raio rasgando o céu, espia A minha alma, teimosa, cheia de porfia Fria, chuva que cai, molhando o cerrado No horizonte desfalece a luz do fim do dia No céu tenebrosa, a lua, e o quarto calado E só, trevoso e largo, o trovão estardalhado Troando a solidão da chuvosa noite vazia Devassa... oh! jornada escura de loucura Que estardalhaça no peito suspiro fundo E excarcera o medo sem qualquer ternura Pobre umbroso de arrelia, e moribundo O sono, pávido e prostrado de amargura A noite, chuvosa, faz-se lento o segundo. © Luciano Spagnol poeta do cerrado 2018, 25 de outubro Cerrado goiano Olavobilaquiando
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)Provérbios, PV, 15:33, O temor do Senhor é instrução na sabedoria, e a humildade precede a honra.
Por Provérbios, Antigo TestamentoPerguntas... Perguntei ao mar que estava tranqüilo e sereno: De onde eu vim? Ele me respondeu que assim como as ondas que vão e vem, eu também já estive aqui várias vezes e como o próprio mar eu nasci como pequeno fio d'água e fui me transformando em riacho, me juntei a outros fios d'água e virei um rio que um dia vai se encontrar com o mar, pois todos nós viemos e voltaremos para o mesmo Criador. Perguntei ao vento que suavemente tocou o meu rosto: Para onde eu deveria ir? O Vento respondeu que eu deveria seguir sempre em frente, mas avisou que durante o meu caminho eu iria encontrar montanhas difíceis de se transpor, outras correntes mais fortes e fenômenos da natureza que nem sempre me seriam favoráveis. Com todas as dificuldades o meu caminho é seguir em frente sempre, que não iria me faltar ajuda nessa caminhada e no fim da estrada eu encontraria o meu destino. Perguntei ao pássaro que ali passava: Com o que eu deveria me preocupar para ser feliz? Ele me respondeu que deveria ser com o dia de hoje. Que o dia de ontem não poderia ser modificado e o mesmo nos serviria como placa indicando um caminho. Lembrou-me que o amanhã pode não chegar e carregar nossos planos. Carregue apenas o que puder levar na grande viagem, seu caráter, sua doçura, seu esforço, sua capacidade intelectual e sua moral. Perguntei então a grande nuvem no céu Para onde eu iria depois da minha jornada? Ela me respondeu que todos os dias, nós construímos uma escada com nossos atos e pensamentos. Essa escada é exatamente do tamanho do lugar que podemos e merecemos alcançar. Quanto mais o bem praticares, mais alto te levará essa escada, disse a nuvem com sabedoria. Eu olhei de novo para o céu, e parece-me ter visto uma grande mão me acenando, senti-me pequeno diante da grandeza do Universo, mas, enorme diante da bondade de Deus. E foi assim que eu aprendi a construir e viver um dia de cada vez e assim, a vida fica mais leve e feliz.
Por Paulo Roberto GaefkeSer gargalhada para rir Ser a palavra para dar Ser serenata para ouvir Ser ser e nada para amar Saber a calma para ir Perder a pressa para estar Perder o verbo para si Saber o sonho para lá
Por João Donato