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Mateus, MT, 24:35, <J>Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoI Crônicas, 1CR, 6:4, Eleazar gerou Fineias, e Fineias gerou Abisua;
Por I Crônicas, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 17:22, Assim, os filhos de Israel andaram em todos os pecados que Jeroboão tinha cometido; nunca se afastaram deles,
Por II Reis, Antigo TestamentoEla sentia que beijos eram batidas educadas em portas que levavam a muito mais.
Por Giulianna DominguesAcreditar na sua capacidade de mudar é um passo essencial para aumentar a sua autoestima e realizar seus ideais.
Por Lair RibeiroEsse mistério doce e real que envolve a vida: o corpo da mulher sempre será um mistério para o homem...
Por Cristiane TorloniEstudo após estudo mostra que a criatividade vem de um estado de relaxamento, não de estresse e sobrecarga.
Por Eric BarkerLembrar-me-ei de ti Lembrar-me-ei de ti, e eternamente Hei de chorar tua fatal ausência, Enquanto atroz saudade Não extinguir-me a seiva da existência; E recordando amores que frui, Por estes sítios sempre entre suspiros Lembrar-me-ei de ti. De noite no aposento solitário Cismando a sós, verei a tua imagem Aparecer-me pálida e saudosa Dos sonhos na miragem; E então chorando o anjo que perdi, Meu leito banharei de ardente pranto Chamando em vão por ti. Quando a manhã formosa alvorecendo De seus fulgores inundar o espaço, Demandarei saudoso Esse lugar em que no extremo abraço Teu lindo corpo ao peito meu cingi; E deste vale os ecos acordando Perguntarei por ti. Quando por trás daqueles arvoredos O sol sumir-se, vagarei sozinho Por essas sombras, onde outrora juntos Nos sentamos à borda do caminho; E às auras que suspiram por ali, Inda teu doce nome murmurando, Hei de falar de ti. Além, onde sonora a fonte golfa À sombra de um vergel sempre viçoso, Que sobre nós mil flores entornava, Irei beijar a relva em que ditoso Sobre teu seio a fronte adormeci, E com a clara linfa que murmura, Suspirarei por ti. E quando enfim secar-se a última lágrima Nos olhos meus em triste desalento, Bem como a lira, em que gemendo estala A extrema corda com dorido acento, No sítio em que a primeira vez te vi, Exalando um suspiro, de saudades Hei de morrer por ti.
Por Bernardo Guimarães