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É preciso ter asas, quando se ama o abismo.

Por Friedrich Nietzsche

Eu vivia chorando o tempo todo. Mesmo assim, não importava o quanto eu chorava, nada realmente mudava e tudo à minha volta se estilhaçou.

Por Drifting Home (anime)

E - não percebem? - o terror daquela posição não estava em receber uma paulada na cabeça - embora eu tivesse uma sensação muito vívida desse perigo, também - mas em que eu tinha de lidar com um ser ao qual não podia apelar em nome de qualquer coisa superior ou inferior. Tinha, como os negros, de invocá-lo - a ele mesmo - à sua exaltada e incrível degradação. Nada havia acima ou abaixo dele, e eu sabia disso.

Por Joseph Conrad

A arte é algo fora do comum comentando o comum.

Por Camille Paglia

Deus me livre costurar o véu que Cristo rasgou

Por Alessandro Vilas Boas

Por entre os erros, há um acerto.

Por anandayasmin

A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.

Por Oscar Wilde

Não podendo regularizar os outros, regularizo-me a mim mesmo.

Por Michel de Montaigne

Canção da Torre Mais Alta Mocidade presa A tudo oprimida Por delicadeza Eu perdi a vida. Ah! Que o tempo venha Em que a alma se empenha. Eu me disse: cessa, Que ninguém te veja: E sem a promessa De algum bem que seja. A ti só aspiro Augusto retiro. Tamanha paciência Não me hei de esquecer. Temor e dolência, Aos céus fiz erguer. E esta sede estranha A ofuscar-me a entranha. Qual o Prado imenso Condenado a olvido, Que cresce florido De joio e de incenso Ao feroz zunzum das Moscas imundas.

Por Arthur Rimbaud

Adagas Cujas Jóias Velhas Galas Adagas cujas jóias velhas galas... Opalesci amar-me entre mãos raras, E fluido a febres entre um lembrar de aras, O convés sem ninguém cheio de malas... O íntimo silêncio das opalas Conduz orientes até jóias caras, E o meu anseio vai nas rotas claras De um grande sonho cheio de ócio e salas... Passa o cortejo imperial, e ao longe O povo só pelo cessar das lanças Sabe que passa o seu tirano, e estruge Sua ovação, e erguem as crianças Mas o teclado as tuas mãos pararam E indefinidamente repousaram...

Por Fernando Pessoa