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⁠Tudo na vida é conquistado de pouco em pouco, até se tornar grandioso. Fé, felicidade, amor e sabedoria, são conquistados todos os dias.

Por Laís Carvalho - Diário Meu Oficial

Salmos, SL, 105:5, Lembrem-se das maravilhas que ele fez, dos seus prodígios e dos juízos de seus lábios,

Por Salmos, Antigo Testamento

Eu costumava ser a Branca de Neve, mas acabei desistindo.

Por Mae West

Isaías, IS, 19:22, O Senhor ferirá os egípcios; ele os ferirá, mas depois os curará. Eles se converterão ao Senhor, e ele lhes atenderá as orações e os curará.

Por Isaías, Antigo Testamento

As pessoas que realmente fizeram história foram os mártires.

Por Aleister Crowley

Encontrei homens que não sabiam como beijar. Sempre achei tempo para ensiná-los.

Por Mae West

⁠Na vastidão do viver, o silêncio se ergue como um oceano tranquilo, refletindo os mistérios da existência. É na quietude que as verdades mais profundas se revelam, onde o eco das palavras se desvanece diante da eloquência do não dito. Além do silêncio, há uma linguagem transcendente — a eloquência dos gestos. Na caminhada da vida, cada movimento das mãos conta uma história, uma narrativa sutil que escapa às limitações da expressão verbal. O gesto da tua mão interessa mais do que as tuas opiniões, pois é na ação que a verdade se manifesta. Em um mundo ruidoso, a serenidade do silêncio e a poesia dos gestos emergem como faróis, guiando-nos pela jornada complexa da compreensão humana. Convida-nos a desvendar as entrelinhas, a escutar os murmúrios não pronunciados e a reconhecer que, no grande palco da vida, as verdades mais significativas são muitas vezes compartilhadas através do suave movimento das mãos e da majestosa presença do silêncio.

Por Marcelo Viana

— O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria como há muitos Severinos com mães chamadas Maria, fiquei sendo o da Maria do finado Zacarias. Mais isso ainda diz pouco: há muitos na freguesia, por causa de um coronel que se chamou Zacarias e que foi o mais antigo senhor desta sesmaria. Como então dizer quem falo ora a Vossas Senhorias? Vejamos: é o Severino da Maria do Zacarias, lá da serra da Costela, limites da Paraíba. Mas isso ainda diz pouco: se ao menos mais cinco havia com nome de Severino filhos de tantas Marias mulheres de outros tantos, já finados, Zacarias, vivendo na mesma serra magra e ossuda em que eu vivia. Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas e iguais também porque o sangue, que usamos tem pouca tinta. E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença é que a morte severina ataca em qualquer idade, e até gente não nascida). Somos muitos Severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima, a de tentar despertar terra sempre mais extinta, a de querer arrancar alguns roçado da cinza. Mas, para que me conheçam melhor Vossas Senhorias e melhor possam seguir a história de minha vida, passo a ser o Severino que em vossa presença emigra. (Morte e Vida Severina - Introdução)

Por João Cabral de Melo Neto

⁠Se há cem anos a idolatria do trabalho era indispensável para liberar-nos da miséria, hoje, na maioria dos casos, é apenas uma inútil escravidão psicológica.

Por Domenico De Masi

Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais...

Por Elis Regina