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O Estado é aquela grande ficção onde todos acham que podem viver às custas dos demais.

Por Frédéric Bastiat

A razão vos é dada para discernir o bem do mal.

Por Dante Alighieri

Romanos, RM, 9:25, como também diz em Oseias: ´Chamarei de ´meu povo` ao que não era meu povo; e de ´amada` à que não era amada.

Por Romanos, Novo Testamento

Salmos, SL, 96:7, Deem ao Senhor, ó famílias dos povos, deem ao Senhor glória e força.

Por Salmos, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 46:3, ´Preparem os escudos e as couraças e entrem na batalha!

Por Jeremias, Antigo Testamento

A fome é a companheira do homem ocioso.

Por Hesíodo

A variedade é a fonte de todos os nossos prazeres, e o prazer deixa de sê-lo quando se torna hábito.

Por Évariste Parny

⁠A vida é um eterno mirar na Lua para acertar nas estrelas. Não somos o que sonhávamos ser, porque sempre somos uma fração do que imaginávamos.

Por Alexandre Coimbra Amaral

Lucas, LC, 7:4, Estes, aproximando-se de Jesus, lhe pediram com insistência: - Ele merece a sua ajuda,

Por Lucas, Novo Testamento

⁠A Providência Divina no Deserto e a Lição da Oferta "Houve um tempo, logo após me casar, em que a vida me testava com uma dureza implacável. Eu ainda não tinha minha casa, nem meu filho havia nascido. O peso de prover para minha família caía sobre mim, e os trabalhos eram exaustivos e perigosos. Eu lidava com esterco, um serviço pesado que traz doenças e que poucos ousam fazer. Também carregava lenha para as cerâmicas, enfrentando riscos constantes. Lembro de uma cobra que chegou a morder minha calça, mas não era venenosa. No entanto, por ali, tive contato com outras, como cascavel e jararaca, o que mostrava o perigo constante. A dificuldade de trazer comida para casa era imensa. Minha mulher recebia R$ 200 do Bolsa Família, e eu, trabalhando com esterco e lenha, ganhava cerca de R$ 500 por mês. Lembro dos momentos em que, em meio ao desespero, cheguei a proferir blasfêmias contra Deus. Eu não tinha quase nada, mas ainda assim me sentia 'obrigado' a dizimar e ofertar. Naquele tempo, eu não compreendia o real sentido da oferta, apenas via o sofrimento que passava. No entanto, mesmo na escassez, a providência de Deus se manifestava. Nunca me faltou nada, e jamais precisei mendigar o pão. Deus me sustentava com o pouco que eu tinha. Foi a necessidade que me levou à casa da minha sogra, na região de Salgueiro. Lá, tive um encontro transformador. Aprendi com um pastor o verdadeiro significado de ofertar e dizimar. Foi nesse período que comecei a dar valor a cada pequena coisa que eu possuía, percebendo que a maior riqueza não era material, mas a provisão e a fidelidade de Deus, mesmo nos momentos mais difíceis."

Por Lucielton de Araujo Rodrigues