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Carícias Carícias sábias minhas mãos buscaram Por teu corpo em botão, alvorescente; E meus lábios sonâmbulos pisaram Branduras de veludo alvo e dormente. Triunfos nos meus olhos despontaram, E gritos de clarim e de trombeta Em meus ouvidos sôfregos soaram, Como cantos de amor dalgum poeta. Ritmos de doçuras e quebrantos, Corpos vergados, como dois acantos, . Gritaram alto que era doce a vida. Apertei-te na ânsia de perder-te. E quando regressei, voltei a ver-te: Vi-te ainda mais longe e mais perdida. (Em C. Vide, 4 Janº 929)
Por Francisco BugalhoMarcos, MC, 9:6, Pois não sabia o que dizer, por estarem eles apavorados.
Por Marcos, Novo TestamentoEzequiel, EZ, 34:22, eu livrarei as minhas ovelhas, para que não mais sirvam de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoAmor Eu orei por você Esperei por esse dia Eu sempre acreditei em nós dois Eu falei só pra Deus Sobre tudo que eu sentia Por você, meu amor Te amo, é tudo que eu quero te dizer E a minha vida inteira eu vou viver Pra Deus, pra você Vou te amar Dividir os meus segredos com você Eu quero ser somente uma mulher Segundo o coração de Deus Seremos um, uma só carne, uma família, mais um milagre nas mãos de Deus. Na alegria ou na dor, na saúde ou na enfermidade Aconteça o que for eu vou te amar Com mais poder do que palavras podem dizer!
Por jeanrosanaEm um indivíduo, o egoísmo torna a alma mais feia; para a espécie humana, o egoísmo é extinção.
Por David MitchellMateus, MT, 20:12, <J>dizendo: ´Estes últimos trabalharam apenas uma hora, mas você os igualou a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.`</J>
Por Mateus, Novo TestamentoESTE É O PRÓLOGO Deixaria neste livro toda a minha alma. este livro que viu as paisagens comigo e viveu horas santas. Que pena dos livros que nos enchem as mãos de rosas e de estrelas e lentamente passam! Que tristeza tão funda é olhar os retábulos de dores e de penas que um coração levanta! Ver passar os espectros de vida que se apagam, ver o homem desnudo em Pégaso sem asas, ver a vida e a morte, a síntese do mundo, que em espaços profundos se olham e se abraçam. Um livro de poesias é o outono morto: os versos são as folhas negras em terras brancas, e a voz que os lê é o sopro do vento que lhes incute nos peitos - entranháveis distâncias. O poeta é uma árvore com frutos de tristeza e com folhas murchas de chorar o que ama. O poeta é o médium da Natureza que explica sua grandeza por meio de palavras. O poeta compreende todo o incompreensível e as coisas que se odeiam, ele, amigas as chamas. Sabe que as veredas são todas impossíveis, e por isso de noite vai por elas com calma. Nos livros de versos, entre rosas de sangue, vão passando as tristes e eternas caravanas que fizeram ao poeta quando chora nas tardes, rodeado e cingido por seus próprios fantasmas. Poesia é amargura, mel celeste que emana de um favo invisível que as almas fabricam. Poesia é o impossível feito possível. Harpa que tem em vez de cordas corações e chamas. Poesia é a vida que cruzamos com ânsia, esperando o que leva sem rumo a nossa barca. Livros doces de versos sãos os astros que passam pelo silêncio mudo para o reino do Nada, escrevendo no céu suas estrofes de prata. Oh! que penas tão fundas e nunca remediadas, as vozes dolorosas que os poetas cantam! Deixaria neste livro toda a minha alma... tradução: William Agel de Melo
Por Federico García LorcaNão se pode ser uma pintura renascentista aos quarenta anos. É quase ser surrealista.
Por Jeocaz Lee-MeddiIncentivem, levantem e fortaleçam uns aos outros. Pois a energia positiva transmitida para um será sentida por todos nós. Pois estamos todos conectados.
Por Deborah Day