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Mateus, MT, 6:3, <J>Mas, ao dar esmola, que a sua mão esquerda ignore o que a mão direita está fazendo,</J>
Por Mateus, Novo TestamentoJó, JÓ, 15:8, Será que você ouviu o conselho secreto de Deus e detém toda a sabedoria?
Por Jó, Antigo TestamentoQuaisquer pesadelos que o futuro reserve são sonhos comparados ao que eu já passei. (Gamora)
Por Guardiões da GaláxiaSó porque os outros estão pior, não significa que você tem que sofrer em silêncio.
Por Jonathan KellermanAgora você vai me prometer Que você nunca esquecerá Nós vamos continuar dançando Onde quer que nós formos
Por High School MusicalÀs vezes, a Bíblia na mão de um homem é pior que uma garrafa de uísque na mão de outro.
Por Harper LeePluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Por Hannah ArendtTem coisas que vão doer e te tirar o chão. E não tem outro jeito! O problema não é sofrer e sim querer viver sem dor, não tolerar um vazio, não saber lidar com as frustrações, perdas, incertezas, rejeições e por aí vai. É não aceitar o inevitável lado avesso da vida e das emoções. Quando aceitamos a dor, ela atravessa a gente e sabe o que acontece? Ela PASSA e tudo se ajeita.
Por Psicóloga Vanessa Ebeling