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Se você tivesse nascido numa cela e crescido num corredor, trabalhando num cubículo, com férias numa varanda repleta de gente, ao sair para o ar livre, sem nada além do céu sobre si, talvez lhe desse um ataque de nervos.
Por Isaac AsimovA alegria de saber que você existe faz-me forte para suportar a tristeza de sua ausência. Eu amo você!
Por DesconhecidoAinda há gente que não sabe, quando se levanta, de onde virá a próxima refeição e há crianças com fome que choram.
Por Nelson MandelaALVOROÇO Rouba, sim, meu sossego, ó alvoroço, eles todos O que acaso fiz eu, nos desencontros de outrora Sonhos sonhados, ideados, nenhum, só engodos Amor suspirado do meu coração não tenho agora O amor que amei, meu romantismo me tomaste E por sentir e viver o roubo não posso culpar-te E de amor eu permaneço. Qual amor me baste? Se qualquer não me basta, e me deixaste à parte E para ter o perdão como eu posso ser gentil? Se meu coração tremulo chora com tal frieza Que nem mesmo o meu afeto sabe ser sutil Nesta aflição, dos enganos, meu amor é presa Verdadeiros amadores, ao amor não trapaceia Nesta ilusão minha alma de poética está cheia © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 16/08/2021, 18’58” - Araguari, MG Shakespeareando
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLSONETO LXXXVIII Quando me tratas mal e, desprezado, Sinto que o meu valor vês com desdém, Lutando contra mim, fico a teu lado E, inda perjuro, provo que és um bem. Conhecendo melhor meus próprios erros, A te apoiar te ponho a par da história De ocultas faltas, onde estou enfermo; Então, ao me perder, tens toda a glória. Mas lucro também tiro desse ofício: Curvando sobre ti amor tamanho, Mal que me faço me traz benefício, Pois o que ganhas duas vezes ganho. Assim é o meu amor e a ti o reporto: Por ti todas as culpas eu suporto.
Por William ShakespeareO oceano é mais antigo do que as montanhas e está cheio com recordações e sonhos do tempo.
Por H.P. LovecraftOséias, OS, 2:20, Farei de você a minha esposa em fidelidade, e você conhecerá o Senhor.`
Por Oséias, Antigo TestamentoMetafísica? Que metafísica têm aquelas árvores? A de serem verdes e copadas e de terem ramos E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar, A nós, que não sabemos dar por elas. Mas que melhor metafísica que a delas, Que é a de não saber para que vivem Nem saber que o não sabem?
Por Alberto Caeiro