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A vida,em certo sentido,é uma constante batalha contra os impasses.Enquanto estivermos vivos e continuarmos a desafiar a nós mesmos,estaremos destinados a nos aproximar de difíceis obstaculos que bloqueiam nosso caminho.Se a vida fosse sempre uma navegação tranquila e se nunca tivéssemos contratempos,isso seria sinal de estagnação.

Por Daisaku Ikeda

Guarde a experiência como um tesouro. Os sonhos desaparecem depois que você acorda.

Por Kimi No Na Wa

A magia é muito tentadora. Sem você, Elsa pode se perder para ela. (Pabbie)

Por Frozen 2

O amor não é segredo. Olhe em volta de você. Bem-vindo a este dia!

Por Irmão Urso

Encanto Com o adormecer do sol O crepúsculo se fez Trazendo consigo o encanto do luar A lua beija a face da terra Seduz com seu brilhar Transformando uma simples noite Em algo belo de se admirar Brilho da lua em seus olhos Me faz viajar Caminho sinuoso Que me leva apaixonar

Por Plínio de Sá

I Reis, 1RS, 6:5, Contra a parede do templo, tanto do santuário como do Santo dos Santos, edificou andares ao redor e fez câmaras laterais ao redor.

Por I Reis, Antigo Testamento

SONHANDO Na praia deserta que a lua branqueia Que mimo! Que rosa, que filha de Deus! Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A praia é tão longe! E a onda bravia As roupas de goza te molha de escuma De noite - aos serenos - a areia é tão fria, Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia! Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor; Teus seios palpitam - a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração? Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim! Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! Ó pálida fria, Tem pena de mim! Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... Ó pálida fria, Tem pena de mim! Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim! E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!

Por Álvares de Azevedo

É bárbaro todo aquele que propõe, na sua teoria, a exclusão do outro. É civilizado, seja um índio ianomâmi, ou um alemão, todo aquele que propõe a aceitação da existência do outro. (Na palestra Tolerância Ativa)

Por Leandro Karnal

Cada vez que você faz uma opção está transformando sua essência em alguma coisa um pouco diferente do que era antes.

Por C. S. Lewis

O presente é nosso. Este exato momento, o aqui e agora, o instante que vem antes do próximo, isso está nas nossas mãos. É a única dádiva que o universo oferece gratuitamente.

Por Antes de Virarmos Estranhos (livro)