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Números, NM, 11:7, O maná era como semente de coentro, e a sua aparência era semelhante à de bdélio.
Por Números, Antigo TestamentoAssisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos. Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada. Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena. Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam. A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta ideia: morrer. A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente. De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinquente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um clichê. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz. Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
Por Pedro BialDo Alto Da Pedra Encontro e sinto Você é tudo o que sonhei Não posso me conter E mais que tudo eu quero ir Uma vez que faz-me sentir alguém É pra todo sempre Não quero minha vida igual a tudo que se vê... Em Você eu sei, me sinto forte Com Você não temo a minha sorte E eu sei que isso veio de Você Do alto da pedra Eu busco impulso pra saltar Mais alto que antes Bem mais que tudo eu quero ir Uma vez que faz-me sentir alguém É pra todo sempre, não quero minha vida Igual a tudo que se vê...
Por Guilherme de SáSAUDOSISMO MUSICAL Gostaria de expor um pouco das minhas divagações e conceitos a respeito do saudosismo que ataca o coração dos mais sensíveis a um conjunto de sons compostos e dispostos de forma a chamar música, um relacionamento sem DR entre o tripé sonoro, harmonia, melodia e ritmo. Quem não se lembra daquela música popular que se fazia com melodia, harmonia e ritmo em doses exatas de elegância inteligência e "wit" ? E de letras que, quando eram boas falavam de sentimentos profundos. E, quando eram ótimas, de sentimentos superficiais, mas sempre com pitadas perfeitas de sincera ironia. Para completar, era uma música popular que só ficava bem nas vozes de cantores e cantoras que sabiam cantar - digo, que faziam questão de decorar as letras e colocar as notas nos lugares certos, enfeitando ainda mais a melodia com peculiares intervenções e interpretações. No dia em que se escrever a história de como as emoções humanas se transformam à luz difusa do abat-jour lilás, será para esses cantores e cantoras e suas canções que teremos que apelar. Hoje estou com o espírito aberto e, também, mostrar um pouco da minha face oculta do conhecimento geral da matéria em questão. Muitos dos que me conhecem me ouvem divulgando a Música Popular Brasileira (MPB) mas quero falar dos diamantes lapidados da música internacional, que se transforma em música popular internacional. Vocês sabem do que estou falando: de The man I love, com Billie Holiday; When I fall in love, com Nat King Cole; I get a kick out of you, e, My way com Frank Sinatra; My funny Valentine, com Sarah Vaughan; The lady is a tramp, com Ella Fitzgerald, Night na day, April in Paris, As time goes by, canções que milagrosamente conseguiram sobreviver à zorra que nos azucrinou nas trevas dos últimos anos. E sabem por que sobreviveram ? Porque foram escritas para isso. Seus autores quando abriram os pianos e fizeram pontas nos lápis, há muitos e muitos anos, imaginaram que haveria um futuro e capricharam para não desapontar os pôsteres. Mesmo com toda evolução tecnológica e o advento da internet, não é raro nos depararmos com postagens de saudosistas de almas sublimes, brindadas e nos brindando com tais lembranças. Música boa não passa, não esquece e não morre...(Mais uma taça de vinho, por favor...rs)
Por Marcos MarquesSuprimir a liberdade de expressão é um erro duplo. Viola os direitos do ouvinte, bem como os do falante.
Por Frederick DouglassGênesis, GN, 38:14, Então ela tirou as suas roupas de viúva, e, cobrindo-se com um véu, se disfarçou e se sentou à entrada de Enaim, no caminho de Timna. Porque ela sabia que Selá já era homem, e ela não lhe havia sido dada por mulher.
Por Gênesis, Antigo TestamentoEu só queria te dizer que, independentemente de onde você for parar nesse mundo, eu estarei procurando por você.
Por Kimi No Na WaMas existe no homem algo que seja mais forte do que ele mesmo? Não devemos esquecer que toda neurose é acompanhada por um sentimento de desmoralização. O homem perde confiança em si mesmo na proporção de sua neurose. Uma neurose constitui uma derrota humilhante e desse modo é sentido por todos aqueles que não são de todo inconscientes de sua própria psicologia. O indivíduo sente-se derrotado por algo de 'irreal'"
Por Carl Gustav JungII Samuel, 2SM, 9:2, Havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba. Chamaram-no, pedindo que viesse falar com Davi. O rei perguntou: - Você é Ziba? Ele respondeu: - Sou eu mesmo, seu servo.
Por II Samuel, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 1:15, Então o Anjo do Senhor disse a Elias: - Desça com este; não tenha medo. Ele se levantou, desceu com ele e se apresentou ao rei.
Por II Reis, Antigo Testamento