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Para fugir ou para buscar. Os fugitivos cedo ou tarde descobrem que seus problemas são de natureza geográfica.
Por Érico VeríssimoJeremias, JR, 25:15, Porque assim me disse o Senhor, o Deus de Israel: - Pegue o cálice do vinho do meu furor que está em minha mão e faça com que bebam dele todas as nações às quais eu o enviar.
Por Jeremias, Antigo TestamentoO que nos torna insuportável na vaidade dos outros é que ela colide com a nossa.
Por François La RochefoucauldSOB O SIGNO DA INQUIETAÇÃO O susto em nós foi avançar muito para dentro do proibido. Muito para perto de uma zona perigosa A boca da noite... o desconhecido... Vagos caminhos de uma via nebulosa. Vários conceitos para falar da mesma coisa O susto em nós foi descobrir porteirasde territórios nunca antes percorridos No fundo de todos nós um visitante No fundo, a falta de sentido... Visitantes de nós mesmos cometíamos a imprudência de quase enlouquecer Para chegar à compreensão. E uma coisa afiada nos conduzia através da trilha da poesia e do difícil trajeto da paixão...
Por Bruna LombardiJosué, JS, 15:61, No deserto, as cidades eram Bete-Arabá, Midim, Secaca,
Por Josué, Antigo TestamentoO meu combustível pra continuar Jesus é a calmaria, o aconchego dos meus dias O meu alicerce pra não desistir Não tá sendo fácil aqui, mas eu tenho que seguir
Por Jessé AguiarDIA DE FRIO NO CERRADO (soneto) A manhã de nevoa branca e fria num úmido dia, e tão invernado em maio nas bandas do cerrado embrulhado pela geada ventania Ruflante folha, em triste romaria e a garoa, em um tom enxarcado num bale, do inverno anunciado: faz frio, frio que frio no frio viria Arfa no peito este frio ardente achega no cobertor cavaleiro é frio que sente, e mais sente Vergado, olhar gelado, cordeiro ó dia de frio no cerrado, gente escasso ao sertanejo costumeiro! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 29 maio, 2025, 169’29” – Araguari, MG Frente fria
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolDe sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos.
Por Fernando PessoaÉ necessário fazer outras perguntas, ir atrás das indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas que supõem já estar de posse do conhecimento e da certeza.
Por Mario Sergio Cortella