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I Reis, 1RS, 20:10, Ben-Hadade tornou a enviar mensageiros, dizendo: - Que os deuses me castiguem, se o pó de Samaria bastar para encher as mãos de todo o povo que me segue.
Por I Reis, Antigo TestamentoA tua mãe diria: ouve o coração e segue-o até ao fim. Tudo vem do coração, a coragem, a força.
Por Barbie: Aventura Nas EstrelasOs homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim como tristeza, pena, dor e medo.
Por HipócratesA MEDIDA Não se preocupe em amar demais Tampouco de menos. Ame simplesmente a contento Demais ou de menos, não importa... Ame de dentro pra fora e de fora pra dentro A todo e qualquer tempo No frio ou no calor Na calmaria ou no vento Jamais perca tempo E nunca esqueça Que a medida de amar É a contento...
Por Bruno BezerraÉ um bom negócio ser ousado e de vez em quando arriscar na novidade e inovação sem deixar de aperfeiçoar o que já se sabe.
Por Luiz daviMeu trem Parte meu trem Da gare escura, Pela manhã que não veio, Ainda. Do escuro da noite, Que não finda, Parte meu trem Escuro e sujo. Trem de perfumes Extravagantes, Em misturas exóticas De odores; Miss dior, num certo azêdo Do suor De mil axilas. O cheiro de peixe Que exala De caixotes, em jornal (sem igual). Ah, meu trem que parte, Escuro e sujo! Trem de luxo No cotidiano, Com portas abertas (incertas) Que são bocas famintas (de gente). De janelas sem vidro, Com chuva, com vento Num só lamento, Do pó que levanta Do chão, Juncado do lixo De muitas mãos E das bocas que cospem A miséria de um povo. Meu trem… Do cotidiano, De professoras azuis, De bêbados cansados, De suados operários, Dos peixeiros Que espalham na manhã A presença dos mares, Em horários incertos (invulgares). Trem democrático. Prático! A professora ao lado Da lavadeira, No mesmo trem, Escuro E sujo, Com cheiro de peixe, De roupa lavada (ou suja?) Com o lixo espalhado No perfume francês. Quem nos fez Assim tão irmanados Nós….Os subdesenvolvidos Do sul? Num mesmo trem Escuro E sujo. Com vento Com chuva Com frio, Mas sem cheiro Do sangue Da luta de irmãos. O branco no preto O preto no branco, Livres Num mesmo trem Escuro E sujo, Com vento, Com chuva, Com frio, Mas sem o cheiro Da pólvora Da guerra, Que me aterra
Por Victor Motta