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⁠As palavras de ódio é o ópio de mentes desajustadas e solitárias...

Por Poeta Pernambucano Fernando Matos

Poema da Gare de Astapovo O velho Leon Tolstoi fugiu de casa aos oitenta anos E foi morrer na gare de Astapovo! Com certeza sentou-se a um velho banco, Um desses velhos bancos lustrosos pelo uso Que existem em todas as estaçõezinhas pobres do mundo Contra uma parede nua... Sentou-se ...e sorriu amargamente Pensando que Em toda a sua vida Apenas restava de seu a Glória, Esse irrisório chocalho cheio de guizos e fitinhas Coloridas Nas mãos esclerosadas de um caduco! E então a Morte, Ao vê-lo tao sozinho àquela hora Na estação deserta, Julgou que ele estivesse ali à sua espera, Quando apenas sentara para descansar um pouco! A morte chegou na sua antiga locomotiva (Ela sempre chega pontualmente na hora incerta...) Mas talvez não pensou em nada disso, o grande Velho, E quem sabe se até não morreu feliz: ele fugiu... Ele fugiu de casa... Ele fugiu de casa aos oitenta anos de idade... Não são todos que realizam os velhos sonhos da infância!

Por Mario Quintana

⁠a arte ignora o tempo É sobre misturar talento

Por Froid

O sol nascendo é um espetáculo minúsculo de tempo, de beleza, um mar que logo vira aquele céu de sempre.

Por Aline Bei

Atos, AT, 1:19, Isto chegou ao conhecimento de todos os moradores de Jerusalém, de maneira que em sua própria língua esse campo era chamado Aceldama, isto é, Campo de Sangue. E Pedro continuou:

Por Atos, Novo Testamento

INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas! Cantemos a canção da vida, na própria luz consumida...

Por Mario Quintana

Não existe receita pronta para ser a gente mesmo. Só a gente é o que é. Somos sozinhos nesse sentido.

Por Ana Suy

⁠A luz da manhã era da cor de um chá com muito leite. Ela se esgueirava para dentro da cama como um fantasma astuto, cruzando o tapete e subindo lentamente...

Por Douglas Stuart

Tão sutilmente em tantos breves anos foram se trocando sobre os muros mais que desigualdades, semelhanças, que aos poucos dois são um, sem que no entanto deixem de ser plurais: talvez as asas de um só anjo, inseparáveis. Presenças, solidões que vão tecendo a vida, o filho que se faz, uma árvore plantada, o tempo gotejando do telhado. Beleza perseguida a cada hora, para que não baixe o pó de um cotidiano desencanto. Tão fielmente adaptam-se as almas destes corpos que uma em outra pode se trocar, sem que alguém de fora o percebesse nunca.

Por Lya Luft

Porque entre milhões de pessoas, meu coração foi encantar-se justamente por você … Essa distância que me mata aos poucos, essa saudade que invade e consome, mas também existe a esperança de que em breve iremos nos encontrar … Te espero!

Por Flávia Barros