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I Pedro, 1PE, 1:22, Tendo purificado a alma pela obediência à verdade, e com vistas ao amor fraternal não fingido, amem intensamente uns aos outros de coração puro.

Por I Pedro, Novo Testamento

Amós, AM, 2:1, Assim diz o Senhor: ´Por três transgressões de Moabe, sim, por causa de quatro, não suspenderei o castigo. Porque queimou os ossos do rei de Edom, até reduzi-los a cinza.

Por Amós, Antigo Testamento

Em toda vida ocorre um momento decisivo. Um instante tão extraordinário, tão claro e tão nítido que temos a sensação de havermos sido golpeados no peito, deixados sem fôlego, sabendo, sem a menor sombra de dúvida, que nossa vida jamais será a mesma.

Por Julia Quinn

Salmos, SL, 92:15, para anunciar que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça.

Por Salmos, Antigo Testamento

Mateus, MT, 18:18, <J> - Em verdade lhes digo que tudo o que ligarem</J> <J>na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligarem na terra terá sido desligado nos céus.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

I Samuel, 1SM, 7:16, De ano em ano, fazia uma volta, passando por Betel, Gilgal e Mispa; e julgava Israel em todos esses lugares.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Onde tem amor sincero, não existe espaço para raiva...

Por Martha.Sil

AMOR À VISTA Entras como um punhal até à minha vida. Rasgas de estrelas e de sal a carne da ferida. Instala-te nas minas. Dinamita e devora. Porque quem assassinas é um monstro de lágrimas que adora. Dá-me um beijo ou a morte. Anda. Avança. Deixa lá a esperança para quem a suporte. Mas o mar e os montes... isso, sim. Não te amedrontes. Atira-os sobre mim. Atira-os de espada. Porque ficas vencida ou desta minha vida não fica nada. Mar e montes teus beijos, meu amor, sobre os meus férreos dentes. Mar e montes esperados com terror de que te ausentes. Mar e montes teus beijos, meu amor!...

Por Fernando Echevarría

Ah, perante esta única realidade, que é o mistério, Perante esta única realidade terrível — a de haver uma realidade, Perante este horrível ser que é haver ser, Perante este abismo de existir um abismo, Este abismo de a existência de tudo ser um abismo, Ser um abismo por simplesmente ser, Por poder ser, Por haver ser! — Perante isto tudo como tudo o que os homens fazem, Tudo o que os homens dizem, Tudo quanto construem, desfazem ou se construi ou desfaz através deles. Se empequena! Não, não se empequena... se transforma em outra coisa — Numa só coisa tremenda e negra e impossível, Uma coisa que está para além dos deuses, de Deus, do Destino — Aquilo que faz que haja deuses e Deus e Destino. Aquilo que faz que haja ser para que possa haver seres, Aquilo que subsiste através de todas as formas De todas as vidas, abstractas ou concretas, Eternas ou contingentes, Verdadeiras ou falsas! Aquilo que, quando se abrangeu tudo, ainda ficou fora, Porque quando se abrangeu tudo não se abrangeu explicar porque é um tudo, Porque há qualquer coisa, porque há qualquer coisa, porque há qualquer coisa! Minha inteligência tornou-se um coração cheio de pavor, E é com minhas ideias que tremo, com a minha consciência de mim, Com a substância essencial do meu ser abstracto Que sufoco de incompreensível, Que me esmago de ultratranscendente, E deste medo, desta angústia, deste perigo do ultra-ser, Não se pode fugir, não se pode fugir, não se pode fugir! Cárcere do Ser, não há libertação de ti? Cárcere de pensar, não há libertação de ti? Ah, não, nenhuma — nem morte, nem vida, nem Deus! Nós, irmãos gémeos do Destino em ambos existirmos, Nós, irmãos gémeos dos Deuses todos, de toda a espécie, Em sermos o mesmo abismo, em sermos a mesma sombra, Sombra sejamos, ou sejamos luz, sempre a mesma noite. Ah, se afronto confiado a vida, a incerteza da sorte, Sorridente, impensando, a possibilidade quotidiana de todos os males, Inconsciente o mistério de todas as coisas e de todos os gestos, Porque não afrontarei sorridente, inconsciente, a Morte? Ignoro-a? Mas que é que eu não ignoro? A pena em que pego, a letra que escrevo, o papel em que escrevo, São mistérios menores que a Morte? Como se tudo é o mesmo mistério? E eu escrevo, estou escrevendo, por uma necessidade sem nada. Ah, afronte eu como um bicho a morte que ele não sabe que existe! Tenho eu a inconsciência profunda de todas as coisas naturais, Pois, por mais consciência que tenha, tudo é inconsciência, Salvo o ter criado tudo, e o ter criado tudo ainda é inconsciência, Porque é preciso existir para se criar tudo, E existir é ser inconsciente, porque existir é ser possível haver ser, E ser possível haver ser é maior que todos os Deuses.

Por Álvaro de Campos

⁠Deixe -me Deixe-me Embarcar em seus sonhos até os mais proibidos. Deixe-me Voar em seus delírios mesmos os mais alucinantes. Deixe-me Desfrutar de suas fases do seu doce... ao amargo Deixe-me Passar cada instante Deixe-me Ser o seu norte, ser sua maior loucura , ser prazer ou conforto na tristeza. Deixe-me Simplesmente estar Contigo ❣️

Por Ed Fugii