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Gênesis, GN, 31:30, E agora que você partiu de vez, pois está com saudades da casa de seu pai, por que roubou os meus deuses?
Por Gênesis, Antigo TestamentoMarcos, MC, 2:22, <J>E ninguém põe vinho novo em odres</J> <J>velhos, porque, se fizer isso, o vinho romperá os odres e se perdem tanto o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoSalmos, SL, 72:19, Bendito para sempre o seu glorioso nome, e da sua glória se encha toda a terra. Amém e amém!
Por Salmos, Antigo TestamentoPara sempre é muito tempo. O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.
Por Mario QuintanaLira do amor romântico Ou a eterna repetição Atirei um limão n’água e fiquei vendo na margem. Os peixinhos responderam: Quem tem amor tem coragem. Atirei um limão n’água e caiu enviesado. Ouvi um peixe dizer: Melhor é o beijo roubado. Atirei um limão n’água, como faço todo ano. Senti que os peixes diziam: Todo amor vive de engano. Atirei um limão n’água, como um vidro de perfume. Em coro os peixes disseram: Joga fora teu ciúme. Atirei um limão n’água mas perdi a direção. Os peixes, rindo, notaram: Quanto dói uma paixão! Atirei um limão n’água, ele afundou um barquinho. Não se espantaram os peixes: faltava-me o teu carinho. Atirei um limão n’água, o rio logo amargou. Os peixinhos repetiram: É dor de quem muito amou. Atirei um limão n’água, o rio ficou vermelho e cada peixinho viu meu coração num espelho. Atirei um limão n’água mas depois me arrependi. Cada peixinho assustado me lembra o que já sofri. Atirei um limão n’água, antes não tivesse feito. Os peixinhos me acusaram de amar com falta de jeito. Atirei um limão n’água, fez-se logo um burburinho. Nenhum peixe me avisou da pedra no meu caminho. Atirei um limão n’água, de tão baixo ele boiou. Comenta o peixe mais velho: Infeliz quem não amou. Atirei um limão n’água, antes atirasse a vida. Iria viver com os peixes a minh’alma dolorida. Atirei um limão n’água, pedindo à água que o arraste. Até os peixes choraram porque tu me abandonaste. Atirei um limão n’água. Foi tamanho o rebuliço que os peixinhos protestaram: Se é amor, deixa disso. Atirei um limão n’água, não fez o menor ruído. Se os peixes nada disseram, tu me terás esquecido? Atirei um limão n’água, caiu certeiro: zás-trás. Bem me avisou um peixinho: Fui passado pra trás. Atirei um limão n’água, de clara ficou escura. Até os peixes já sabem: você não ama: tortura. Atirei um limão n’água e caí n’água também, pois os peixes me avisaram, que lá estava meu bem. Atirei um limão n’água, foi levado na corrente. Senti que os peixes diziam: Hás de amar eternamente.
Por Carlos Drummond de AndradeJonas, JN, 3:5, Os ninivitas creram em Deus. Proclamaram um jejum e vestiram roupa feita de pano de saco, desde o maior até o menor.
Por Jonas, Antigo TestamentoQuer melhorar seu destino? Use boas palavras. Devemos reconhecer a importância das palavras e construir uma vida luminosa e feliz, proferindo sempre boas palavras. Somente o ser humano consegue usar livremente as palavras e criar o enredo da "peça teatral" a ser encenada no palco da expressão, que é o mundo fenomênico. Portanto, devemos ter o cuidado de escrever bons enredos.
Por Masaharu Taniguchi