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Buscando a Cristo A vós correndo vou, braços sagrados, Nessa cruz sacrossanta descobertos, Que, para receber-me, estais abertos, E, por não castigar-me, estais cravados. A vós, divinos olhos, eclipsados De tanto sangue e lágrimas abertos, Pois, para perdoar-me, estais despertos, E, por não condenar-me, estais fechados. A vós, pregados pés, por não deixar-me, A vós, sangue vertido, para ungir-me, A vós, cabeça baixa pra chamar-me. A vós, lado patente, quero unir-me, A vós, cravos preciosos, quero atar-me, Para ficar unido, atado e firme
Por Gregório de MatosMinha definição de sociedade livre é aquela em que se pode ser impopular com segurança.
Por Adlai StevensonJoão, JO, 13:12, Depois de lhes ter lavado os pés, Jesus pôs de novo as suas vestimentas e, voltando à mesa, perguntou-lhes: <J> - Vocês compreendem o que eu lhes fiz?</J>
Por João, Novo TestamentoA vida é como um livro Cada página é como um dia vivido Que não podemos reescrever e nem apagar
Por Bruno e MarronePor mais que o cérebro nos conduza a poupar energia o tempo todo, também nos guia a procurar refúgios e consolos para nossas dores.
Por Diogo Franco (escritor)Meu interesse na literatura é este: a literatura como chave para entender o mundo e chave para explicar o mundo.
Por Antonio PrataEntão escutem, e escutem atentamente. Ali, diante de nós, está sentado um dragão dourado. Uma lenda viva e, talvez, o último exemplar de sua espécie que conseguiu escapar da sanha assassina de vocês. Uma lenda não pode ser morta.
Por Andrzej SapkowskiNever More I Não te perdoo, não, meus tristes olhos Não mais hei de fitar nos teus, sorrindo: Jamais minh’alma sobre um mar de escolhos Há de chamar por ti no anseio infindo. Jamais, jamais, nos delicados folhos Do coração como n’um ramo lindo, Há de cantar teu nome entre os abrolhos A ária gentil de meu sonhar já findo. Não te perdoo, não! E em tardes claras, Cheias de sonhos e delícias raras, Quando eu passar à hora do Sol posto: Não rias para mim que sofro e penso, Deixa-me só neste deserto imenso... Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! II Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! E nem sequer o som de tua fala Ouvir de manso à hora do Sol posto Quando a Tristeza já do Céu resvala! Talvez assim o fúnebre desgosto Que eternamente a alma me avassala Se transformasse n’um luar de Agosto, Sonho perene que a Ventura embala. Talvez o riso me voltasse à boca E se extinguisse essa amargura louca De tanta dor que a minha vida junca… E, então, os dias de prazer voltassem E nunca mais os olhos meus chorassem... Ah! se eu pudesse nunca ver-te, nunca!
Por Auta de Souza