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⁠⁠Qdo já tiver feito de um tudo, falado tudo, pedido, argumentado, dedicado, e entregue , é hora de calar. Pois após seus esforços o amor não apareceu, é pq ele nunca existiu de verdade, esse coração não é para ser seu. Não se pode ocupar uma cadeira onde já tem alguém sentado.

Por DMG

Isaías, IS, 37:26, ´Por acaso, você não ouviu que há muito tempo eu, o Senhor, determinei estas coisas, e que já desde os dias remotos as tinha planejado? Agora eu as faço acontecer. Eu quis que você reduzisse a montões de ruínas as cidades fortificadas.

Por Isaías, Antigo Testamento

Mateus, MT, 7:3, <J> - Por que você vê o cisco no olho do seu irmão, mas não repara na trave que está no seu próprio?</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Oséias, OS, 5:2, Os rebeldes se aprofundaram na matança, mas eu castigarei todos eles.`

Por Oséias, Antigo Testamento

⁠Privacidade é um vício que o corpo não pode arcar.

Por Brave New World (série)

Só o que está morto não muda.

Por Edson Marques

a poesia está morta mas juro que não fui eu eu até que tentei fazer o melhor que podia para salvá-la imitei diligentemente augusto dos anjos paulo torres carlos drummond de andrade manuel bandeira murilo mendes vladmir maiakóvski joão cabral de melo neto paul éluard oswald de andrade guillaume appolinaire sosígenes costa bertolt brecht augusto de campos não adiantou nada em desespero de causa cheguei a imitar um certo (ou incerto) josé paulo paes poeta de ribeirãozinho estrada de ferro araraquarense porém ribeirãozinho mudou de nome a estrada de ferro araraquarense foi extinta e josé paulo paes parece nunca ter existido nem eu (Poema "Acima de qualquer suspeita")

Por José Paulo Paes

(...) e em cada passo dessa linha pode se machucar, mas a esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar

Por Elis Regina

Nas lágrimas de amor há, como na saudade, uma doce amargura, que é veneno que não mata, por vir sempre temperado com o reativo da esperança, a moça julgou dever separar da dor, que a fazia chorar amargores, a esperança que no pranto lhe adicionava a doçira, e, tendo de exprimir a doçura, Ahy cantou.

Por Joaquim Manuel de Macedo

" A quem interessa minha derrocada? Como é mesmo meu nome?... Eu me chamo luta. Eu me chamo paixão... Sou a voz que amarga o pranto, não canto...Sou a escoria de quem me julga, sou o tempo de quem me condena. Quanto a pena, que pena não suavizar o doce de quem saboreia o melhor. Que pena o cavaleiro mascarado, com sua espada justiceira, se esconder atrás da capa. Capa do insano poder, que marginaliza a luta de quem sucumbe em paz.De quem amordaçado deseja dias melhores. De quem na prisão da vida ousou atirar-se. De quem não quis simplesmente sonhar... ... " Prefiro a incerteza da coragem, a covardia da prisão." Oscar.

Por Oscar de Jesus Klemz