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Amputaram-me a perna há 6 meses, deram-me séculos de tortura e há momentos em que quase perco a razão. Continuo a querer me matar. O Diego é que me impede de o fazer, pois a minha vaidade faz-me pensar que sentiria a minha falta. Ele disse-me isso e eu acreditei. Mas nunca sofri tanto em toda a minha vida.Vou esperar mais um pouco...
Por Frida KahloÉ por isso que vivemos sós: Porque ninguém pode viver em nosso lugar. O isolamento numa vida humana, é a exceção. A solidão é a regra. Ninguém pode viver em nosso lugar, nem sofrer ou amar em nosso lugar. É o que chamo de Solidão: Nada mais é do que outro nome para o esforço de existir.
Por André Comte-SponvilleII Coríntios, 2CO, 11:5, Porque suponho em nada ter sido inferior a esses ´superapóstolos`.
Por II Coríntios, Novo TestamentoI Pedro, 1PE, 4:17, Porque chegou o tempo de começar o juízo pela casa de Deus; e, se começa por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?
Por I Pedro, Novo TestamentoEu sou o mano Homem duro, Do gueto, Browm, Obá, Aquele loko, Que não pode errar, Aquele que você odeia, ama nesse instante, Pele parda, Ouço Funk, E de onde vem, Os diamantes, Da lama, Valeu mãe, NEGRO drama
Por Racionais MC'sA minha Musa antes de ser a minha Musa avisou-me cantaste sem saber que cantar custa uma língua agora vou-te cortar a língua para aprenderes a cantar a minha Musa é cruel mas eu não conheço outra
Por Adília LopesA maior das gauchadas Que há na Sagrada Escritura, - Falo como criatura, Mas penso que não me engano! - É aquela, em que o Soberano, Na sua pressa divina, Resolveu fazer a china Da costela do Paisano! Bendita china gaúcha Que és a rainha do pampa, E tens na divina estampa Um quê de nobre e altivo. És perfume, és lenitivo Que nos encanta e suaviza E num minuto escraviza O índio mais primitivo! Fruto selvagem do pago, Potranquita redomona, Teus feitiços de madona Já manearam muito cuera, E o teu andar de pantera, Retovado de malícia Nesta querência patrícia Fez muito rancho tapera! Refletem teus olhos negros Velhas orgias pagãs E a beleza das manhãs, Quando no campo clareia... Até o sol que te bronzeia Beijando-te a estampa esguia Faz de ti, prenda bravia Uma pampeana sereia! Jamais alguém contestou O teu cetro de realeza! E o trono da natureza É teu, chinoca lindaça... Pois tu refletes com graça As fidalgas Açorianas Charruas e Castelhanas Vertentes Vivas da Raça! A mimosa curvatura Desse teu corpo moreno É o pago em ponto pequeno Feito com arte divina, E o teu colo que se empina Quando suspiras com ânsia São dois cerros na distância Cobertos pela neblina. Quem não te adora o cabelo mais negro que o picumã? E essa boca de romã Nascida para o afago, Como que a pedir um trago Desse licor proibido Que o índio bebe escondido Desde a formação do Pago? Pra mim tu pealaste os anjos Na armada do teu sorriso, Fugindo do Paraíso, Para esta campanha agreste, E nalgum ritual campestre, Por força do teu encanto, Transformaste o pago santo Num paraíso terrestre!
Por Jayme Caetano BraunÉ a mesma coisa que acontece em qualquer relacionamento. Quando começou, não era real, e então se tornou real.
Por Ingresso para o Paraíso (filme)