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A cada dia ficamos melhores Em ser uma boa aenergia A cada dia fica mais difícil Ser uma única sinergia

Por Aespa (K-pop)

⁠Costumamos nos consolar com a ilusão de que ainda haverá tempo suficiente para estarmos com as pessoas que amamos, para cuidarmos da saúde, para termos um pouco de lazer e de descanso. Munidos desta confiança sobre o futuro, vamos deixando sempre para depois tudo o que de fato importa. Assim, a vida vai se esvaziando de sentido, apesar de nunca se esvaziar de ansiedade e sobrecarga.

Por Psicóloga Vanessa Ebeling

O jovem não precisa de razões para viver; precisa só de pretextos.

Por José Ortega y Gasset

Lucas, LC, 13:29, <J>Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Salmos, SL, 17:14, Com a tua mão, Senhor, livra-me dos homens deste mundo, cuja porção é desta vida e cujo ventre tu enches com os teus tesouros; os quais se fartam de filhos e o que lhes sobra deixam aos seus pequeninos.

Por Salmos, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 30:4, Apanham malvas e folhas de arbustos e se alimentam de raízes de zimbro.

Por Jó, Antigo Testamento

William Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.

Por Neno Marques

A imagem de Capitu ia comigo, e a minha imaginação, assim como lhe atribuíra lágrimas, há pouco, assim lhe encheu a boca de riso agora: vi-a escrever no muro, falar-me, andar à volta, com os braços no ar; ouvi distintamente o meu nome, de uma doçura que me embriagou.

Por Machado de Assis

Você quer que sua vida comece logo, quando, na verdade, ela já começou há mais de vinte anos.

Por Jout Jout

⁠Para voltar para casa, ela lutou contra o mundo.

Por Furiosa: Uma Saga Mad Max