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Se tens um amigo, vista-o com frequência, pois as ervas daninhas e os espinheiros invadem o caminho por onde ninguém passa...
Por Provérbio ÁrabeJosué, JS, 15:9, Então o limite vai desde o alto do monte até a fonte das águas de Neftoa; e sai até as cidades do monte Efrom; este limite vai ainda até Baalá, isto é, Quiriate-Jearim.
Por Josué, Antigo TestamentoDiz que vai voltar pra mim quando a noite chegar Eu sei, falei te odeio, mas cê veio ligar E agora eu quero um tanto assim Você e o mar aqui só pra mim
Por Clara x SofiaII Reis, 2RS, 14:5, Logo que o reino foi confirmado nas suas mãos, matou os servos que tinham assassinado o rei, seu pai.
Por II Reis, Antigo TestamentoNão sei fazer cálculos, mas calculo que o amor não é uma conta que se faz sozinho e tampouco tem resultado exato.
Por Ita PortugalO grande poder do Ho'oponopono é inspirar você a agir na direção correta e realizar o plano que a sua Alma planejou para esta existência.
Por Amanda DreherMulher, criação mágica de Deus. Retrato fiel do encanto e sedução; Espelho de intuição e sabedoria; Estampa fina, forte e sutil; Amostra de delicadeza e fibra; Exposição da beleza e do amor. Parabéns a todas as mulheres!
Por NARA NUBIA ALENCAR QUEIROZSe se morre de amor! — Não, não se morre, Quando é fascinação que nos surpreende De ruidoso sarau entre os festejos; Quando luzes, calor, orquestra e flores Assomos de prazer nos raiam n'alma, Que embelezada e solta em tal ambiente No que ouve, e no que vê prazer alcança! Simpáticas feições, cintura breve, Graciosa postura, porte airoso, Uma fita, uma flor entre os cabelos, Um quê mal definido, acaso podem Num engano d'amor arrebatar-nos. Mas isso amor não é; isso é delírio, Devaneio, ilusão, que se esvaece Ao som final da orquestra, ao derradeiro Clarão, que as luzes no morrer despedem: Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, D'amor igual ninguém sucumbe à perda. Amor é vida; é ter constantemente Alma, sentidos, coração — abertos Ao grande, ao belo; é ser capaz d'extremos, D'altas virtudes, té capaz de crimes! Compr'ender o infinito, a imensidade, E a natureza e Deus; gostar dos campos, D'aves, flores, murmúrios solitários; Buscar tristeza, a soledade, o ermo, E ter o coração em riso e festa; E à branda festa, ao riso da nossa alma Fontes de pranto intercalar sem custo; Conhecer o prazer e a desventura No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto O ditoso, o misérrimo dos entes; Isso é amor, e desse amor se morre! Amar, e não saber, não ter coragem Para dizer que amor que em nós sentimos; Temer qu'olhos profanos nos devassem O templo, onde a melhor porção da vida Se concentra; onde avaros recatamos Essa fonte de amor, esses tesouros Inesgotáveis, d'ilusões floridas; Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compr'ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos, E, temendo roçar os seus vestidos, Arder por afogá-la em mil abraços: Isso é amor, e desse amor se morre! Se tal paixão porém enfim transborda, Se tem na terra o galardão devido Em recíproco afeto; e unidas, uma, Dois seres, duas vidas se procuram, Entendem-se, confundem-se e penetram Juntas — em puro céu d'êxtases puros: Se logo a mão do fado as torna estranhas, Se os duplica e separa, quando unidos A mesma vida circulava em ambos; Que será do que fica, e do que longe Serve às borrascas de ludíbrio e escárnio? Pode o raio num píncaro caindo, Torná-lo dois, e o mar correr entre ambos; Pode rachar o tronco levantado E dois cimos depois verem-se erguidos, Sinais mostrando da aliança antiga; Dois corações porém, que juntos batem, Que juntos vivem, — se os separam, morrem; Ou se entre o próprio estrago inda vegetam, Se aparência de vida, em mal, conservam, Ânsias cruas resumem do proscrito, Que busca achar no berço a sepultura! Esse, que sobrevive à própria ruína, Ao seu viver do coração, — às gratas Ilusões, quando em leito solitário, Entre as sombras da noite, em larga insônia, Devaneando, a futurar venturas, Mostra-se e brinca a apetecida imagem; Esse, que à dor tamanha não sucumbe, Inveja a quem na sepultura encontra Dos males seus o desejado termo!
Por Gonçalves Dias"...Passou tempo e eu não esperava que, um dia, chegasses. Mas passou tempo. Um dia, chegaste. Caminhávamos na rua. Eu pensava em qualquer coisa que não era a ideia de chegares, como uma avalanche que arrasta tudo à sua passagem, como uma multidão a pisar cada pedaço de terra. E a rua ficou deserta quando nos aproximámos. Éramos desconhecidos no instante em que olhámos um para o outro. Passou esse instante e, dentro de nós conhecemo-nos. Chegaste. Eu não te esperava. Contigo trouxeste a ternura, o desejo e, mais tarde, o medo. Chegaste e eu não conhecia essa ternura, esse desejo. Em casa, no meu quarto, neste quarto, revi os teus olhos na memória, a ternura, o desejo. E, depois, aquilo que eu sabia, o medo. E passou tempo. Eu e tu sentimos esse tempo a passar mas, quando nos encontrámos de novo, soubemos que não nos tínhamos separado..."
Por José Luis PeixotoQuando eu te olhar assim Pode esperar de mim A declaração de amor mais linda Que você já pôde ouvir Quando eu disser: “Te amo” Creia que eu não te engano E ainda é pouco para expressar O amor que eu vou levar em mim Por toda a vida Que maior prova de amor eu posso te dar? Pelo nosso amor eu vou orar Prometo edificar o nosso lar Enquanto eu respirar Por toda a vida Sabedoria eu vou pedir a Deus E esse amor que você vê nos olhos meus é teu Nunca vai acabar Vamos fazer durar por toda a vida.
Por Eyshila