Veja outros textos inspiradores!

Tenho um forte instinto de proteção em relação a você!

Por Crepúsculo

A história é, antes de tudo, um divertimento: o historiador sempre escreveu por prazer e para dar prazer aos outros. Mas também é verdade que a história sempre desempenhou uma função ideológica, que foi variando ao longo dos tempos

Por Georges Duby

Marcos, MC, 12:32, Então o escriba disse: - Muito bem, Mestre! E com verdade o senhor disse que ele é o único, e não há outro além dele,

Por Marcos, Novo Testamento

Quanto mais experiente for o assassino, uma morte mais surpreendente ocorrerá.

Por Akame Ga Kill!

A verdade pára na inteligência; a beleza chega até ao coração.

Por Henri Lacordaire

Em teoria, todas as leis de educação falam de metas de desenvolvimento humano: valores humanos, a cooperação, a comunidade, a solidariedade, a igualdade, a liberdade, a paz, a felicidade; eles estão cheios de palavras bonitas. Mas a realidade é que a estrutura básica do sistema de ensino incentiva precisamente os valores opostos: competição, o individualismo, a discriminação, a violência emocional, condicionado, materialismo...

Por German Doin

Filipenses, FP, 2:13, porque Deus é quem efetua em vocês tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.

Por Filipenses, Novo Testamento

Ele luta sozinho com sua música O reggae é a música do povo, ela fala dos acontecimentos... mas não de um ponto de vista histórico. Fala de coisas que não se aprende na escola.

Por Bob Marley

Era uma vez uma choupana que ardia na estrada; a dona – um triste molambo de mulher, – chorava o seu desastre, a poucos passos, sentada no chão. Senão quando, indo a passar um homem ébrio, viu o incêndio, viu a mulher, perguntou-lhe se a casa era dela. – É minha, sim, meu senhor; é tudo o que eu possuía, neste mundo. – Dá-me então licença que acenda ali o meu charuto?

Por Machado de Assis

LEMBRANÇAS DE MORRER Quando em meu peito rebentar-se a fibra, Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nenhuma lágrima Em pálpebra demente. E nem desfolhem na matéria impura A flor do vale que adormece ao vento: Não quero que uma nota de alegria Se cale por meu triste passamento. Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro, – Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre de um sineiro; Como o desterro de minh’alma errante, Onde fogo insensato a consumia: Só levo uma saudade – é desses tempos Que amorosa ilusão embelecia. Só levo uma saudade – é dessas sombras Que eu sentia velar nas noites minhas… De ti, ó minha mãe, pobre coitada, Que por minha tristeza te definhas! De meu pai… de meus únicos amigos, Pouco - bem poucos – e que não zombavam Quando, em noites de febre endoudecido, Minhas pálidas crenças duvidavam. Se uma lágrima as pálpebras me inunda, Se um suspiro nos seios treme ainda, É pela virgem que sonhei… que nunca Aos lábios me encostou a face linda! Só tu à mocidade sonhadora Do pálido poeta deste flores… Se viveu, foi por ti! e de esperança De na vida gozar de teus amores. Beijarei a verdade santa e nua, Verei cristalizar-se o sonho amigo… Ó minha virgem dos errantes sonhos, Filha do céu, eu vou amar contigo! Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida, À sombra de uma cruz, e escrevam nela: Foi poeta - sonhou - e amou na vida. Sombras do vale, noites da montanha Que minha alma cantou e amava tanto, Protegei o meu corpo abandonado, E no silêncio derramai-lhe canto! Mas quando preludia ave d’aurora E quando à meia-noite o céu repousa, Arvoredos do bosque, abri os ramos… Deixai a lua pratear-me a lousa!

Por Álvares de Azevedo