Veja outros textos inspiradores!

Gênesis, GN, 18:15, Então Sara teve medo e negou, dizendo: - Eu não ri. Ele, porém, disse: - Não é verdade; é certo que você riu.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Sem a linguagem, o pensamento é uma nebulosa vaga, inexplorada.

Por Ferdinand de Saussure

Percebi cada vez mais que um dos aspectos fundamentais da liderança é a capacidade de incutir confiança nos outros quando você mesmo está se sentindo inseguro.

Por Howard Schultz

⁠Porque quanto maior o amor, mais devastador é o sentimento de traição.

Por Jill Mansell

Madrigal para Cecília Meireles Cacaso (Antônio Carlos Ferreira de Brito) Quando na brisa dormias, não teu leito, teu lugar, eu indaguei-te, Cecília: Que sabe o vento do mar? Os anjos que enternecias romperam liras ao mar. Que sabem os anos, Cecília, de tua rota lunar? Muitas transas arredias, um só extremo a chegar: Teu nome sugere ilha, teu canto:um longo mar. Por onde as nuvens fundias a face deixou de estar. Vida tão curta, Cecília, a barco tragando o mar. Que céu escuro havia há tanto por te espreitar? Que alma se perderia na noite de teu olhar? Sabemos pouco, Cecília, temos pouco a contar: Tua doce ladainha, a fria estrela polar a tarde em funesta trilha, a trilha por terminar precipita a profecia: Tão curta é a vida, Cecília, tão longa a rota do mar. Em te saber andorinha cravei tua imagem no ar. Estamos quites, Cecília, Joguei a estátua no mar. A face é mais sombria quanto mais se ensimesmar: Tão curta a vida, Cecília, tão negra a rota do mar. Que anjos e pedrarias para erguer um altar? Escuta o coral, Cecília: O céu mandou te chamar. Com tua doce ladainha (vida curta, longo mar) proclames a maravilha. Rio, 1964. Cacaso (Antônio Carlos Ferreira de Brito) nasceu em Uberaba (MG), no dia 13 de março de 1944. Com grande talento para o desenho, já aos 12 anos ganhou página inteira de jornal por causa de suas caricaturas de políticos. Antes dos 20 anos veio a poesia, através de letras de sambas que colocava em músicas de amigos como Elton Medeiros e Maurício Tapajós. Seu primeiro livro, "A palavra cerzida", foi lançado em 1967. Seguiram-se "Grupo escolar" (1974), "Beijo na boca" (1975), "Segunda classe" (1975), "Na corda bamba" (1978) e "Mar de mineiro (1982). Seus livros não só o revelaram uma das mais combativas e criativas vozes daqueles anos de ditadura e desbunde, como ajudaram a dar visibilidade e respeitabilidade ao fenômeno da "poesia marginal", em que militavam, direta ou indiretamente, amigos como Francisco Alvim, Helena Buarque de Hollanda, Ana Cristina Cezar, Charles, Chacal, Geraldinho Carneiro, Zuca Sardhan e outros. No campo da música, os amigos/parceiros se multiplicavam na mesma proporção: Edu Lobo, Tom Jobim, Sueli Costa, Cláudio Nucci, Novelli, Nelson Angelo, Joyce, Toninho Horta, Francis Hime, Sivuca, João Donato e muitos mais. Em 1985 veio a antologia publicada pela Editora Brasiliense, "Beijo na boca e outros poemas". Em 1987, no dia 27 de dezembro, o Cacaso é que foi embora. Um jornal escreveu: "Poesia rápida como a vida". Em 2002 é lançado o livro "Lero-Lero", com suas obras completas. O poema acima foi extraído do livro "Lero-lero", Viveiros de Castro Editora (7Letras) - Rio de Janeiro e Cosac & Naif - São Paulo, 2002, pág. 189.

Por Cacaso

Uma existência vivida inteiramente em público, na presença de outros, torna-se, como diríamos, superficial.

Por Hannah Arendt

Alguns hábitos têm o poder de iniciar uma reação em cadeia, mudando outros hábitos conforme eles avançam através de uma organização. Ou seja, alguns hábitos são mais importantes que outros na reformulação de empresas e vidas. Estes são os “hábitos angulares” e eles podem influenciar o modo como as pessoas trabalham, comem, se divertem, vivem, gastam e se comunicam. Os hábitos angulares dão início a um processo que, ao longo do tempo, transforma tudo.

Por Charles Duhigg

Juízes, JZ, 13:24, Depois, a mulher deu à luz um filho e lhe deu o nome de Sansão. O menino cresceu, e o Senhor o abençoou.

Por Juízes, Antigo Testamento

⁠Desencana Desencana mãe E nega Toda soma de regra Que te cega de se ver como é Rasga o contrato da maternidade pronta E põe no prato O que te serve para ser mulher Você pariu mas não parou Não sei se um homem te acompanha Enquanto o mundo gira Então firma os pés e não pira O choro do filho também é seu A fome da criança também é sua. Você é gente! Se ame, se goste, se veja nua O comercial de TV Quer te vender um ideal Livro de autoajuda não conhece sua realidade Você conhece sua vida de verdade E entende a magia feita Para superar mais um dia Descarregue a pressão ao sorrir Desabe quando só conseguir chorar Tente novamente amanhã Todo dia é dia de acertar

Por Jéssica Regina (poeta)

Às vezes parece estranho que o sol nasça, como se nada tivesse acontecido.

Por Cartas de amor aos mortos