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Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que se ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Por Luís de Camões

⁠O fracasso está geralmente associado a subestimar as dificuldades em produzir mudanças...

Por John P. Kotter

Aqueles que nasceram abençoados com talento superior aos outros devem usar seu poder pelo bem do mundo e das pessoas. Tirar vantagem dessa bênção para benefício próprio e para machucar os outros é imperdoável.

Por Demon Slayer: Mugen Train

A sinceridade de um olhar pode nos emocionar através de sua serenidade, afeto e carinho. Olhe com afeição para aquilo que você tem ao seu redor e agradeça pela beleza da vida!

Por Larissa Manoela

Salmos, SL, 107:17, Os insensatos, por causa do seu caminho de transgressão e por causa das suas iniquidades, serão afligidos.

Por Salmos, Antigo Testamento

Algumas pessoas poderiam ser tudo pra mim, mas ficam insistindo em não ser nada.

Por beatriz souza

Sting:Será que você pode me responder uma coisa? (Gajeel e Natsu o olham) Sting:Por que vocês decidiram participar dos torneios?Eu não acreditaria que vocês são a mesma Fairy Tail do passado.Vocês estão preocupados com a força da guilda?Da imagem com o público?A Fairy Tail que eu conheço era mais...Eles faziam tudo no seu próprio ritmo...Eles não se importavam com o que as pessoas achavam. Natsu:Por...Nossos amigos...Sete anos...Todo esse tempo...Eles nos esperaram...Não importa o quão doloroso tenha sido.O quão triste...Mesmo que fossem motivo de piada...eles aguentaram...eles aguentaram...Eles protegeram a guilda...Pelos seus amigos...E agora vamos mostrar a todos...A prova de que a fairy Tail continuou viva por todo esse tempo!Por isso,continuaremos indo adiante!

Por Fairy Tail

Aquilo que serve de alimento e de bálsamo para um tipo superior de homem deve ser quase veneno para um tipo bem mais diverso e inferior.

Por Friedrich Nietzsche

I Samuel, 1SM, 30:28, de Aroer, de Sifmote, de Estemoa,

Por I Samuel, Antigo Testamento

LISBON REVISITED (1926) Nada me prende a nada. Quero cinqüenta coisas ao mesmo tempo. Anseio com uma angústia de fome de carne O que não sei que seja - Definidamente pelo indefinido... Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto De quem dorme irrequieto, metade a sonhar. Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias. Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua. Não há na travessa achada o número da porta que me deram. Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido. Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota. Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados. Até a vida só desejada me farta - até essa vida... Compreendo a intervalos desconexos; Escrevo por lapsos de cansaço; E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia. Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme; Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago; ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso. Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma... E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei, Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa (E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas), Nas estradas e atalhos das florestas longínquas Onde supus o meu ser, Fogem desmantelados, últimos restos Da ilusão final, Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido, As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus. Outra vez te revejo, Cidade da minha infância pavorosamente perdida... Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui... Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei, E aqui tornei a voltar, e a voltar. E aqui de novo tornei a voltar? Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram, Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória, Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim? Outra vez te revejo, Com o coração mais longínquo, a alma menos minha. Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -, Transeunte inútil de ti e de mim, Estrangeiro aqui como em toda a parte, Casual na vida como na alma, Fantasma a errar em salas de recordações, Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem No castelo maldito de ter que viver... Outra vez te revejo, Sombra que passa através das sombras, e brilha Um momento a uma luz fúnebre desconhecida, E entra na noite como um rastro de barco se perde Na água que deixa de se ouvir... Outra vez te revejo, Mas, ai, a mim não me revejo! Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico, E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim - Um bocado de ti e de mim! (Heterônimo de Fernando Pessoa)

Por Álvaro de Campos