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II Crônicas, 2CR, 23:6, Que ninguém entre na Casa do Senhor, a não ser os sacerdotes e os levitas que ministram. Estes poderão entrar, porque são santos, mas todo o povo guardará o preceito do Senhor.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Cântico dos Cânticos, CT, 5:15, As suas pernas são colunas de mármore, assentadas sobre bases de ouro puro. O aspecto do meu amado é como o do Líbano; ele é elegante como os cedros.

Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento

Outra coisa que me dá o direito de reclamar o quanto eu quiser é que, mesmo não votando em candidato nenhum, tudo que eles fazem interferem na minha vida. Eu pago os impostos que aquele cara que eu não votei me obriga a pagar. Isso me dá o direito de reclamar. E reclamar não só do cara, mas também de idiotas como você que ajudou o cara a chegar lá.

Por Danilo Gentili

Tatuei na minha alma seu rosto O meu paladar já tem o seu gosto Então, me fala como apagar Como não lembrar, como não gostar

Por Lauana Prado

Os progressos da ciência obedecem à lei da repulsão: para dar um passo em frente, é preciso começar por derrubar o domínio do erro e das falsas teorias.

Por Boris Pasternak

Como é sentir falta de alguém? Bom. E ruim. É uma dor que te traz alegria.

Por Disco Elysium

Atos, AT, 19:1, Aconteceu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado pelas regiões mais altas, chegou a Éfeso. Encontrando ali alguns discípulos,

Por Atos, Novo Testamento

A beleza é a sombra de Deus sobre o universo.

Por Gabriela Mistral

Só podemos ter certeza absoluta das coisas que não compreendemos.

Por Eric Hoffer

Definiu César toda a figura da ambição quando disse aquelas palavras: "Antes o primeiro na aldeia do que o segundo em Roma!'' Eu não sou nada nem na aldeia nem em Roma nenhuma. Ao menos, o merceeiro da esquina é respeitado na Rua da Assunção até à Rua da Vitória; é o César de um quarteirão. Eu superior a ele? Em quê, se o nada não comporta superioridade, nem inferioridade, nem comparação? É César de todo um quarteirão e as mulheres gostam dele condignamente. E assim arrasto a fazer o que não quero, e a sonhar o que não posso ter, a minha vida (...), absurda como um reló- gio público parado Aquela sensibilidade tênue, mas firme, o sonho longo mas consciente (...) que forma no seu conjunto o meu privilégio de penumbra.

Por Bernardo Soares