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Adormecida Uma noite eu me lembro... Ela dormia Numa rede encostada molemente... Quase aberto o roupão... solto o cabelo E o pé descalço do tapete rente. 'Stava aberta a janela. Um cheiro agreste Exalavam as silvas da campina... E ao longe, num pedaço do horizonte Via-se a noite plácida e divina. De um jasmineiro os galhos encurvados, Indiscretos entravam pela sala, E de leve oscilando ao tom das auras Iam na face trêmulos — beijá-la. Era um quadro celeste!... A cada afago Mesmo em sonhos a moça estremecia... Quando ela serenava... a flor beijava-a... Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia... Dir-se-ia que naquele doce instante Brincavam duas cândidas crianças... A brisa, que agitava as folhas verdes, Fazia-lhe ondear as negras tranças! E o ramo ora chegava, ora afastava-se... Mas quando a via despeitada a meio, P'ra não zangá-la... sacudia alegre Uma chuva de pétalas no seio... Eu, fitando esta cena, repetia Naquela noite lânguida e sentida: "Ó flor! — tu és a virgem das campinas! "Virgem! tu és a flor da minha vida!..."
Por Castro AlvesJó, JÓ, 15:6, A sua própria boca o condena, e não eu; os seus lábios dão testemunho contra você.`
Por Jó, Antigo TestamentoZacarias, ZC, 2:9, Porque eis que agitarei a mão contra eles, e eles virão a ser a presa daqueles que os serviram. Assim vocês saberão que o Senhor dos Exércitos é quem me enviou.
Por Zacarias, Antigo TestamentoEm vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e a amo ardentemente.
Por Jane AustenEmbora complexa, a vida é simples. É individual. Viver é o desafio. É interativo. É coletivo.
Por 1 Minuto na Palma da Mão“A barreira mais imóvel da natureza é entre o pensamento de um homem e o de outro "
Por William JamesFalsa gentileza vã, A quem segue o teu verdor! Adverte, que se hoje és flor, Serás caveira amanhã. Essa beleza louça Te está mesmo condenando... ............................. ............................. Se corres, com pano largo, Trás dos deleites de uma hora, Vê bem que o que é doce agora Te há de ser depois amargo. Desperta desse letargo Que que os vícios te detêm, E vive como convém; Pois se sabes que és mortal, Olha bem: não morras mal, Olha bem que vivas bem. Se a esperar tempo te atreves, Mal na vida te confias; Pois são tão curtos os dias, Quanto as horas são mais breves. Deixa os gostos vão e leves, Que tanto estás anelando: Trata de ir-te aparelhando Para a morte, e sem demora; Porque não sabes a hora, Porque não sabes o quando. Deixa o mundo os enganos, Não queiras em tanta lida, Por breve gostos da vida Penar por eternos anos.
Por Gregório de Matos