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Cântico do Calvário - À memória de meu Filho morto a 11 de dezembro de 1863 Eras na vida a pomba predileta Que sobre um mar de angústias conduzia O ramo da esperança. Eras a estrela Que entre as névoas do inverno cintilava Apontando o caminho ao pegureiro. Eras a messe de um dourado estio. Eras o idílio de um amor sublime. Eras a glória, a inspiração, a pátria, O porvir de teu pai! - Ah! no entanto, Pomba, - varou-te a flecha do destino! Astro, - engoliu-te o temporal do norte! Teto, - caíste!- Crença, já não vives! Correi, correi, oh! lágrimas saudosas, Legado acerbo da ventura extinta, Dúbios archotes que a tremer clareiam A lousa fria de um sonhar que é morto!
Por Fagundes VarelaEu escrevo porque eu gosto. Porque eu não posso deixar de fazer. É como se apaixonar, sabe?
Por Apaixonados Outra Vez (série)Jó, JÓ, 36:26, Eis que Deus é grande, e não o podemos compreender; o número dos seus anos não se pode calcular.`
Por Jó, Antigo TestamentoLevítico, LV, 21:10, - O sumo sacerdote entre seus irmãos, sobre cuja cabeça foi derramado o óleo da unção, e que for consagrado para usar as vestes sagradas, não deixará os cabelos sem pentear, nem rasgará as suas roupas.
Por Levítico, Antigo TestamentoRomanos, RM, 13:14, Mas revistam-se do Senhor Jesus Cristo e não façam nada que venha a satisfazer os desejos da carne.
Por Romanos, Novo TestamentoEu sei o que você está tentando fazer, garota, e isso vai contra as leis da natureza! (Lingpo)
Por Big Fish and BegoniaSalmos, SL, 130:3, Se tu, Senhor, observares iniquidades, quem, Senhor, poderá escapar?
Por Salmos, Antigo Testamento