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"A felicidade é íntima, não exterior; e portanto não depende do que temos, e sim do que somos".
Por Henry Van DykeEu só quero ajudar as pessoas a compreenderem que viver com uma criança com deficiência pode ser uma aventura maravilhosa e enriquecedora.
Por As mães dos pinguins (série)Por que tens, por que tens olhos escuros E mãos lânguidas, loucas e sem fim Quem és, que és tu, não eu, e estás em mim Impuro, como o bem que está nos puros? Que paixão fez-te os lábios tão maduros Num rosto como o teu criança assim Quem te criou tão boa para o ruim E tão fatal para os meus versos duros? Fugaz, com que direito tens-me presa A alma que por ti soluça nua E não és Tatiana e nem Teresa: E és tão pouco a mulher que anda na rua Vagabunda, patética, indefesa Ó minha branca e pequenina Lua!
Por Vinicius de MoraesO compromisso é uma respiração ativa. Muitas pessoas o rompem facilmente. Desistem facilmente. Mas a força e o amor que são precisos para escolher o compromisso, bem, isso é algo para se admirar.
Por Fugindo do Amor (filme)João, JO, 10:32, Mas Jesus lhes disse: <J> - Tenho mostrado a vocês muitas obras boas da parte do Pai. Por qual delas querem me apedrejar?</J>
Por João, Novo TestamentoI Timóteo, 1TM, 2:15, Mas ela será salva tendo filhos, se permanecer em fé, amor e santificação, com bom senso.
Por I Timóteo, Novo TestamentoMe leve com você pras estrelas Me jogue contra as ondas do mar Me cegue com as suas certezas Um novo deus nascerá
Por Johnny HookerGênesis, GN, 30:42, Porém, quando o rebanho era fraco, não punha os galhos. Assim, os animais fracos eram de Labão, e os fortes eram de Jacó.
Por Gênesis, Antigo TestamentoMuito pouco sabes acerca dos tempos em que vives se pensas que o mel é mais doce do que dinheiro na mão.
Por OvídioExiste um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é. Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem – pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela – apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão. Seu focinho é úmido e fresco. Eu beijo o seu focinho. Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito. A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave. Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome. Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai. Se ele fareja e sente que um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e vai. Aviso também que não se deve temer o seu relinchar: a gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.
Por Clarice Lispector