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João, JO, 16:4, <J>Mas estou falando essas coisas para que, quando chegar a hora, vocês se lembrem de que eu já tinha dito isto para vocês.</J> <J> - Eu não lhes falei isso desde o princípio, porque eu estava com vocês.</J>
Por João, Novo TestamentoSei apenas que o que é moral é o que faz depois você se sentir bem e o que é imoral é o que faz você se sentir mal.
Por Ernest HemingwayVocê é o pensamento da minha noite, é a vida que eu imagino, é a garota com quem eu sonho viver ao lado.
Por LaryKramerO Mito da Caverna O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações. Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.
Por PlatãoNa verdade, estou com medo Não reconheço meu reflexo no espelho A pobre verdade por trás dessa máscara Mas eu nunca escapo
Por ENHYPEN (K-pop)I Reis, 1RS, 3:11, E Deus lhe disse: - Já que você pediu isso e não me pediu longevidade, nem riquezas, nem a morte de seus inimigos, mas pediu entendimento, para discernir o que é justo,
Por I Reis, Antigo TestamentoCanção de Primavera Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores, Pois que Maio chegou, Revesti-o de clâmides de cores! Que eu, dar, flor, já não dou. Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves, Acordai desse azul, calado há tanto, As infinitas naves! Que eu, cantar, já não canto. Eu, Invernos e Outonos recalcados Regelaram meu ser neste arrepio… Aquece tu, ó sol, jardins e prados! Que eu, é de mim o frio. Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio, Vem com tua paixão, Prostrar a terra em cálido desmaio! Que eu, ter Maio, já não. Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto; Ter sol, não tenho; e amar… Mas, se não amo, Como é que, Maio em flor, te chamo tanto, E não por mim assim te chamo?
Por José Régio