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⁠O que são segredos, senão coisas que queremos esquecer? Então, por que manteríamos contato com outras pessoas que se lembram deles?

Por Cherie Jones

⁠SONETO DE APEGO Esse amor que se lança, em melodia lúdico aos meus braços, tão sedutor me arrebata, e me acaricia e balbucia sensações no desejo, agradável ardor Esse amor, inteiriço, alma e poesia que suspira paixão e põe a compor emoção, única a que dei os, alegria e mais e mais, então, mais eu daria Esse amor que a predileção ganha a grandeza de repartir a quem ama e guarda aquele sentimento singelo Esse amor é inocente. Tão donzelo talvez, mas ao toque que se flama é amor que se derrama, rijo e belo! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 22, agosto, 2021, 06’21’ - Araguari, MG

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

Amor é o funeral dos corações.

Por Carolina Munhóz

A desordem é o melhor servidor da ordem estabelecida.

Por Jean-Paul Sartre

Quando o assunto é inspiração criativa, cargos e hierarquia perdem o significado.

Por Ed Catmull

Impaciência é o que sentimos quando começamos a duvidar da sabedoria do tempo de Deus ou da bondade de Sua orientação.

Por John Piper

Salmos, SL, 26:1, Faze-me justiça, Senhor, pois tenho andado na minha integridade e confio no Senhor, sem vacilar.

Por Salmos, Antigo Testamento

Manhã. Me ilumino de imenso. (Mattina. M'illumino d'immenso.)

Por Giuseppe Ungaretti

Preocupe-se mais com o seu carácter do que com a sua reputação. O carácter é aquilo que você é realmente, enquanto a reputação é aquilo que os outros pensam que você é.

Por John Wooden

Quarenta e tantos anos e ainda consigo pegar rodovias internas sem que ninguém perceba. Guiando no limite, vagando entre dois mundos, entre o lúdico e o tédio, entre a boca e os dentes, entre o chão e o amor. Às vezes fechando os olhos, às vezes dias sem dormir, às vezes o copiloto de lá vira o piloto de cá e eu tenho que mandar o de cá pra lá para assegurar não deixar perder a linha que faço de estrada e que me garante o caminho de volta à sanidade. Porque é isso que é uma linha muito, mas muito fina, e há quarenta e tantos anos eu tenho medo de me perder dela e me perder aqui dentro, porque sei que não teria volta e aqui fora seria um caos, minha casca acabaria jogada num beco qualquer, numa prisão ou num hospício, por ter me perdido abusando da mais perigosa das drogas, a droga de querer estar fora do alcance do mundo, das pessoas, dessa vida áspera e em um lugar seguro onde conheça tudo e nada possa me atingir. E é por isso que há quarenta e tantos anos enquanto me gritam ou mandam enumerar papéis, viver sem respirar, correr pra pagar as contas, acreditar nos homens, nos bancos e nos juros ou aprender fórmulas, ao invés de pegar uma estaca e enfiar entre seus olhos para que me façam sombra em um dia de sol, apenas sorrio e agradeço, pois enquanto minha boca estica até as orelhas meu piloto de fora é mais uma vez copiloto aqui dentro e estamos sumindo na estrada fazendo toda essa dor maldita virar poeira. 2017

Por Nenê Altro