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VESTIDO DA COR DE ROMÃ (BALAUSTINO) Ela entra no boteco com ritmo Mexendo com o meu biorritmo. Apesar do frio veste vestido curto, Vermelho rouba a atenção num surto. Negra mais linda usando balaustino Sua beleza me deixa tão pequenino. Negra da cor marrom de chocolate Usando roupa da cor escarlate. Lembro-me de uma musa comendo romã Rindo com gosto de amanhã Trazendo no lábio o balaustino Qual será dessa negra o destino? Perdido na beleza eu perco a conversa E a poesia vem de minha alma imersa. Buscando o tom vermelho balaustino Vem o rubro, o Ferrari brincadeira de menino, Resta escrever o poema num guardanapo Pois todos na mesa me cobram um papo. Por um instante a negra vestindo balaustino Fez de mim na fantasia um peregrino. André Zanarella 08-08-2012 Balaustino = (balaúste+ino) De cor semelhante à da romã. http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4398437
Por André ZanarellaSupilquei por explicação, desejei o bem onde o mal habita, perguntei porque não tenho resposta, e foi quando me calei e apenas acreditei em uma solução para aliviar minha alma e meu coração.
Por Berenice GomesII Crônicas, 2CR, 29:2, Ezequias fez o que era reto aos olhos do Senhor, segundo tudo o que Davi, seu pai, havia feito.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoNão se trata apenas de saber o que Deus quer de cada um de nós nas várias situações da vida. O individuo deve fazer o que Deus quer
Por João Paulo IIEzequiel, EZ, 1:5, Do meio disso saía algo semelhante a quatro seres viventes, cuja aparência era esta: tinham a semelhança de ser humano.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoI Samuel, 1SM, 23:27, Então veio um mensageiro a Saul, dizendo: - Venha depressa, porque os filisteus invadiram a terra.
Por I Samuel, Antigo TestamentoO século XX foi marcado por duas grandes tendências: a regulamentação do capitalismo e a desregulamentação da democracia. Ambos os experimentos foram exagerados.
Por Fareed ZakariaO único transformador, o único alquimista que muda tudo em ouro, é o amor. O único antídoto contra a morte, a idade, a vida vulgar, é o amor.
Por Anaïs Nin