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II Crônicas, 2CR, 7:19, - Porém, se vocês se afastarem de mim e abandonarem os meus estatutos e os meus mandamentos, que eu lhes prescrevi, e se servirem outros deuses e os adorarem,
Por II Crônicas, Antigo TestamentoLucas, LC, 19:20, <J> - Então veio outro servo, dizendo: ´Senhor, aqui está a sua mina, que eu guardei embrulhada num lenço.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoAchei que poderíamos criar um novo lar, que eu poderia ter uma vida nova, mas, pelo visto, não é para ser.
Por La Dolce Villa (filme)Nós fazemos o trabalho sujo que outras pessoas não podem fazer. Eis a parte divertida: a partir de agora você está morto.
Por Esquadrão 6O arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira FreirePÁLIDA INOCÊNCIA Por que, pálida inocência, Os olhos teus em dormência A medo lanças em mim? No aperto de minha mão Que sonho do coração Tremeu-te os seios assim? E tuas falas divinas Em que amor lânguida afinas Em que lânguido sonhar? E dormindo sem receio Por que geme no teu seio Ansioso suspirar? Inocência! quem dissera De tua azul primavera As tuas brisas de amor! Oh! quem teus lábios sentira E que trêmulo te abrira Dos sonhos a tua flor! Quem te dera a esperança De tua alma de criança, Que perfuma teu dormir! Quem dos sonhos te acordasse, Que num beijo t’embalasse Desmaiada no sentir! Quem te amasse! e um momento Respirando o teu alento Recendesse os lábios seus! Quem lera, divina e bela, Teu romance de donzela Cheio de amor e de Deus!
Por Álvares de AzevedoDisse algum mal de ti? Não o digas tu dele, quanto mais não seja para que a ele não te assemelhes, imitando-o.
Por Francisco de QuevedoAs obras de arte dividem-se em duas categorias: as de que gosto e as de que não gosto. Não conheço outro critério.
Por Anton TchekhovNeemias, NE, 6:11, Porém eu disse: - Você acha que um homem como eu fugiria? Alguém como eu entraria no templo para salvar a vida? De maneira nenhuma entrarei.
Por Neemias, Antigo Testamento