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Hebreus, HB, 9:1, Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de culto divino e o seu santuário terrestre.
Por Hebreus, Novo TestamentoAs histórias nunca acabam... mesmo que os livros gostem de fingir que sim. As histórias sempre continuam. Elas não terminam na última página, tanto quanto não começam na primeira página.
Por Cornelia FunkeO que chamamos sorte nada mais é do que a projecção das nossas qualidades e dos nossos defeitos.
Por Benito GaldósNinguém escreve para ganhar fama, que, de qualquer maneira, é coisa transitória, ou para atingir a imortalidade. Seguramente, escrevemos em primeiro lugar para satisfazer alguma coisa que se acha dentro de nós, não para as outras pessoas. É claro que, quando os outros reconhecem os nossos esforços, a satisfação interior aumenta, mas, mesmo assim, escrevemos primeiramente para nós mesmos, seguindo um impulso que vem de dentro.
Por Sigmund FreudÊxodo, EX, 39:26, uma campainha e uma romã, outra campainha e outra romã, em toda a borda da sobrepeliz, para se usar ao ministrar, segundo o Senhor havia ordenado a Moisés.
Por Êxodo, Antigo TestamentoA paz que desejei Preciso ir buscar Pra proteger, irei Preciso respirar Amor, te quero bem O bem eu vou achar
Por HéloaNinguém pode verdadeiramente se colocar no lugar do outro, mas apenas na sua ideia do que é o lugar do outro e assim acabava, invariavelmente, voltando para o seu próprio lugar.
Por Camila Maccari (autora)Mais Clara, Mais Crua De noite, na rua, em frente ao parque A minha solidão é sua Decerto sei que você vaga em qualquer parte Sob essa vaga lua De noite, na rua, em frente ao parque A minha solidão é sua Decerto sei que você vaga em qualquer parte Sob essa vaga lua A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos De noite alguém decerto lhe ampara Por onde hoje você anda Mas sem olhar sua ciranda louca Daquele jeito que lhe desmascara De noite alguém decerto lhe ampara Por onde hoje você anda Mas sem olhar sua ciranda louca Daquele jeito que lhe desmascara A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos A noite esconde as cicatrizes Esconde as carícias e os maltratos Agora, bêbada, você estremece Como se ainda não soubesse Em frente à porta desse bar Em que embarca sob essa vaga lua E a luz da lua apura a nitidez da marca Mais nua, mais clara, mais crua
Por Geraldo Carneiro