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Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações.

Por desconhecido

Toda a tolerância se torna, com o tempo, num direito adquirido.

Por Georges Clemenceau

⁠A superfície é perigosa, mas não acho que se esconder no subsolo seja a resposta. Há um mundo grande, lindo e inspirador lá fora.

Por Amor e Monstros (filme)

João, JO, 8:39, Então lhe disseram: - Nosso pai é Abraão. Mas Jesus respondeu: <J> - Se vocês fossem filhos de Abraão, fariam as obras que ele fez.</J>

Por João, Novo Testamento

De todas as coisas seguras, / a mais segura é a dúvida.

Por Bertolt Brecht

Eu sei que o objetivo principal - o único objetivo - é descobrir as coisas que importam, e segurá-las, e lutar por elas, e se recusar a largá-las.

Por Lauren Oliver

Números, NM, 4:19, Para que eles fiquem vivos e não morram, quando se aproximarem das coisas santíssimas, façam o seguinte: Arão e seus filhos entrarão e lhes designarão a cada um o seu serviço e a sua carga.

Por Números, Antigo Testamento

II Reis, 2RS, 16:5, Então Rezim, rei da Síria, e Peca, filho de Remalias, rei de Israel, subiram a Jerusalém para lutar contra ela. Cercaram Acaz, mas não conseguiram derrotá-lo.

Por II Reis, Antigo Testamento

SÚBITO AMOR Súbito amor, Evoca da mocidade Toda a vivacidade De sua força e vigor. Súbito amor, Traz da dignidade Toda a lealdade De não ser só sedutor. Súbito amor, Tem na maturidade Toda a capacidade De enxergar seu valor. Súbito amor, Apóia na amizade Toda a dor da saudade De alguém sonhador.

Por Dennys Távora

⁠O dizido das horas no Sertão por Jessier Quirino Para o sertanejo antigo, O ponteirar do relógio, De hora em hora, a passar, Da escurecença da noite, À solnascença do dia, É dizido, ao jeito deles, No mais puro boquejar: Se diz até que os bichos, Galo, nambu, jumento, Sabe as hora anunciar! Uma hora da manhã, Primeiro canto do galo. Quando chega duas horas, Segundo galo, a cantar. Às três, se diz madrugada, Às quatro, madrugadinha, Ou o galo a miudar! Às cinco, é o cagar dos pintos, Ou, mesmo, o quebrar da barra. Quando é chegada seis horas, Se diz: o sol já de fora, Cor de Crush, foi-se embora… E tome o dia, a calorar! Sete horas da manhã É uma braça de sol. O sol alto é oito em ponto, O feijão tá quase pronto E já borbulha o mungunzá! Sendo verão, ou, se chove, Ponteiro bateu as nove… É hora de almoçar! Às dez é almoço tarde, Pra quem vem do labutar. Se o burro dá onze horas, Diz: quase mei dia em ponto! Às doze é o sol a pino, Ou o pino do meio dia. O suor desce de pia, Sertão quente, de torá! Daí pa frente, o dizido, Ao invés de treze horas, Se diz: o pender do sol. Viração da tarde é duas, Quando é três, é tarde cedo, Às quatro, é detardezinha, Hora branda, sem calor. O sol perde a cor de zinco Quando vai chegando às cinco, Roda do sol… a se por! Às seis é o por do sol, Ou hora da Ave Maria. Dezenove, ou sete horas, Se diz que é pelos cafús. Às oito, boca da noite, Lá pras nove, é noite tarde, Às dez, é a hora velha, Ou a hora da visage! É quando o povo vê alma, Nos escuros do lugar. É horona pirigosa, Fantasmenta e assustosa, Pro cabra se estupefar! Às onze, é o frião da noite, É Sertão velho, a gelar, Meia noite é meia noite E acabou-se o versejar. Mais um dia foi-se embora E, assim, é dizida as horas Neste velho linguajar!

Por Jessier Quirino