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João, JO, 7:28, Enquanto ensinava no templo, Jesus disse em voz alta: <J> - Vocês não somente me conhecem, mas também sabem de onde eu sou. Eu não vim porque eu, de mim mesmo, o quisesse, mas aquele que me enviou é verdadeiro, aquele a quem vocês não conhecem.</J>

Por João, Novo Testamento

Atos, AT, 8:4, Enquanto isso, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra.

Por Atos, Novo Testamento

Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação, Beijos sem paixão, crimes sem castigo, aperto de mãos Apenas bons amigos... Pra ser sincero eu não espero que você minta Não se sinta capaz de enganar Quem não engana a si mesmo Nós dois temos os mesmos defeitos Sabemos tudo a nosso respeito Somos suspeitos de um crime perfeito, Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação Beijos sem paixão, crimes sem castigo, Aperto de mãos, apenas bons amigos... Pra ser sincero não espero que você me perdoe Por ter perdido a calma Por ter vendido a alma ao diabo Um dia desses, num desses encontros casuais Talvez a gente se encontre, Talvez a gente encontre explicação Um dia desses num desses encontros casuais Talvez eu diga, minha amiga, Pra ser sincero... prazer em vê-la Até mais... Nós dois temos os mesmos defeitos Sabemos tudo a nosso respeito Somos suspeitos de um crime perfeito Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.

Por Humberto Gessinger

⁠Se você tem poder, é basicamente uma arma.

Por Code 8: Renegados - Parte II (filme)

Atos, AT, 16:29, Então o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou correndo e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas.

Por Atos, Novo Testamento

Todos nós temos talentos diferentes, mas todos nós gostaríamos de ter iguais oportunidades para desenvolver os nossos talentos.

Por John Kennedy

Tiago, TG, 1:9, O irmão de condição humilde glorie-se na sua exaltação,

Por Tiago, Novo Testamento

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um "obrigado" e saía no "com licença". Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.

Por Fabrício Carpinejar

A verdadeira, elegante e duradoura arte do origami é como um símbolo para a paz mundial.

Por Akira Yoshizawa

Jó, JÓ, 17:14, se digo à cova: ´Você é o meu pai`, e aos vermes: ´Vocês são a minha mãe e a minha irmã`,

Por Jó, Antigo Testamento