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Soprando no vento Quantas estradas um homem deve percorrer até que seja chamado de homem? Quantos mares uma pomba branca deve navegar antes de dormir na areia? Sim, e quantas vezes as balas de canhão devem voar até serem banidas para sempre? A resposta, meu amigo, está soprando no vento. A resposta está soprando no vento. Sim, e quantos anos uma montanha pode existir até ser varrida para o mar? Sim, e quantos anos algumas pessoas podem existir antes de serem deixadas livres? Sim, e quantas vezes um homem é capaz de virar a cabeça e fingir que simplesmente não vê? A resposta, meu amigo, está soprando no vento. A resposta está soprando no vento. Sim, e quantas vezes um homem deve olhar para cima até que possa ver o céu? Sim, e quantos ouvidos um homem deve ter até poder ouvir as pessoas chorar? Sim, e quantas mortes serão necessárias até que ele saiba que já morreu gente demais?
Por Bob DylanNão tenha medo de ser você. E daí se você não se encaixa em alguma turma? Não invente desculpas. Seja diferente.
Por Amor e Gelato (filme)Um pouco mais de persistência, um pouco mais de esforço, eo que parecia irremediável fracasso pode virar glorioso sucesso.
Por Elbert HubbardO que acontece é que cada ação traz resultados coerentes de acordo com o que foi feito e escolhido por cada um, não podendo ser diferente a ação do resultado, Sendo assim, você é livre pra escolher o que deseja pra sua vida. No entanto,escolher exige responsabilidade e sacrifícios. Sacrificar algo ou algum aspecto às vezes significativo. Não podemos ter tudo, mas é necessário fazer escolhas com discernimento, antevendo sempre as possíveis consequências.
Por Soraya Rodrigues de AragaoAmós, AM, 1:15, O seu rei irá para o cativeiro, ele e os seus príncipes com ele`, diz o Senhor.
Por Amós, Antigo TestamentoNão se choque com o desespero deles. Não se envolva com o sofrimento deles. Não se sinta mal por eles... Nenhum deles se sentiria mal por você.
Por Kratos (God of War)A humanidade tem o ouvido concebido de tal forma que ela continua a dormir quando o barulho retumba e só acorda com o eco.
Por Arthur Schnitzler