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I Reis, 1RS, 9:27, Hirão enviou, com aquela frota, os seus servos, marinheiros conhecedores do mar, para acompanharem os servos de Salomão.

Por I Reis, Antigo Testamento

MINHA PROPOSTA... Tenho uma proposta irrecusável para você! Mas chegue pertinho... Porque é segredo, Não posso falar alto: Psiu! Ei... você topa fazer um assalto? É... podemos juntar uma rapaziada E fazer a quadrilha da web. Calma! Fica frio! Não estou te pervertendo não. Garanto que não dá prisão! Vamos sair por aí. Roubando das flores, Um pouco de perfume. Roubando do sol, Uns raiozinhos de calor. Roubando dos pássaros , Umas notas de alegria. E do mar, umas gotas de serenidade. Roubemos das árvores Um pouco de vitalidade. E das nuvens brancas Um pouco da leveza. Roubemos da terra A profundidade. E das formigas A solidariedade. Organizemos o nosso assalto Com cuidado E com zelo guardemos Aquilo que arrecadarmos. Em nossos corações, Processemos os nossos lucros E pelos caminhos espalhemos As alegrias que daí obtivermos. E de repente veremos A nossa riqueza multiplicada E nossos cofres cheios E a nossa felicidade sem tamanho. E aí, topa fazer o assalto? Topas? Te aguardo... Vou esperar sua resposta!

Por Desconhecido

No Gueto Enquanto a neve cai Em uma fria e cinza manhã de Chicago Um pobre pequeno bebê de uma criança nasce no gueto E sua mãe chora Porque se existe uma coisa de que ela não precisa É de outra boca faminta para alimentar no gueto Então pessoas, vocês não entendem que a criança precisa de uma mão solidária? Ou ela crescerá para ser um jovem homem faminto um dia Dê uma olhada em você e em mim, nós estamos tão cegos para enxergar? Nós simplesmente viramos nossas caras e olhamos o outro lado? Bem, o mundo gira E um pobre pequeno garoto com um nariz escorrendo Toca na rua enquanto o vento frio sopra no gueto E sua fome aperta Então ele começa a vagar nas ruas à noite E ele aprende como roubar e ele aprende como lutar no gueto Então uma noite em desespero um jovem homem desaparece Ele compra uma arma, rouba um carro, tenta fugir mas ele não chega longe E sua mãe chora Enquanto uma multidão se amontoa em volta de um irritado jovem homem Caído na rua com uma arma em suas mãos no gueto E enquanto seu jovem homem morre Em uma fria e cinza manhã de Chicago Outro pobre pequeno bebê de criança nasce no Gueto No gueto, no gueto

Por Elvis Presley

Levítico, LV, 15:13, - Quando, pois, o que tem o fluxo estiver puro dele, serão contados sete dias para a sua purificação; lavará as suas roupas, banhará o corpo em águas correntes e ficará puro.

Por Levítico, Antigo Testamento

Lucas, LC, 21:3, Então Jesus disse: <J> - Em verdade lhes digo que esta viúva pobre deu mais do que todos.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Isaías, IS, 19:13, Os príncipes de Zoã perderam o juízo, e os príncipes de Mênfis estão enganados; os que são a pedra de esquina das suas tribos estão levando o Egito a andar errante.

Por Isaías, Antigo Testamento

Um homem me disse uma vez que todos os livros deveriam terminar no capítulo setenta e sete.

Por Adrian McKinty

Mateus, MT, 26:29, <J>E digo a vocês que, desta hora em diante, nunca mais beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que beberei com vocês o vinho novo, no Reino de meu Pai.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Esperança caminha pelo fogo, e a fé salta por cima dele

Por Jim Carrey

Basta falarmos de um objeto para nos acreditarmos objetivos. Mas, por nossa primeira escolha, o objeto nos designa mais do que o designamos, e o que julgamos nossos pensamentos fundamentais são amiúdes confidências sobre a juventude do nosso espírito. Ás vezes nos maravilhamos diante de um objeto eleito; acumulamos hipóteses e os devaneios; formamos assim convicções que tem a aparência de um saber. Mas a fonte inicial é impura: a evicência primeira não é uma verdade fundamental. De fato a objetividade científica só é possível se inicialmente rompemos com o objeto imediato, se recusamos a sedução da primeira esolha, se detemos e refutamos os pensamentos que nascem da primeira observação. Toda objetividade, devidamente verificada, desmente o primeiro contao com o objeto.

Por Gaston Bachelard