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Ezequiel, EZ, 42:14, Quando os sacerdotes entrarem, não deverão sair do santuário para o átrio exterior, mas porão ali as vestes com que ministraram, porque elas são santas; usarão outras roupas e assim se aproximarão do lugar destinado ao povo.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoCrescer exige tempo, e pode demorar muito aprender a equilibrar os sonhos com as realidades. Podemos levar muito tempo para aprender que a vida é, na melhor das hipóteses, um sonho sob controle – que a realidade é feita de conexões “imperfeitas”.
Por Judith ViorstLucas, LC, 22:20, Do mesmo modo, depois da ceia, pegou o cálice, dizendo: <J> - Este cálice é a nova aliança</J> <J>no meu sangue</J> <J>derramado por vocês.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoMuitas vezes a fortuna saúda-nos sem obter resposta; muitas vezes, porém, saudamos a fortuna sem ela nos responder.
Por Emanuel WertheimerSim, sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Espécie de acessório ou sobressalente próprio, Arredores irregulares da minha emoção sincera, Sou eu aqui em mim, sou eu. Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou. Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma. Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim.
Por Álvaro de CamposViver é aprender. E aprender é o caminho para se viver melhor. Viver é ter a capacidade de amar... É poder ajudar alguém sem exigir nada em troca... É saber perder hoje, amanhã será um novo dia... Eu sempre sou sincera, mas sei que nem sempre os que estão á minha volta o são para mim... Levo minha vida para a frente... Luto contra as tristezas... Com a ajuda de Deus, tento ultrapassar os obstáculos, as injustiças, as incompreensões... Tirando de cada uma delas, o que de melhor posso ou seja o amor... Agradeço, ao nascer de cada dia, a Deus pela vida que ele me permite viver...
Por DesconhecidoMarcos, MC, 14:38, <J>Vigiem e orem, para que não caiam em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.</J>
Por Marcos, Novo Testamentodia das avós seu rosto adormecido e sereno me faz esquecer do coma induzido e me traz alívio as agulhas que fisgam seu braço o tubo que leva oxigênio à sua boca não incomodam você não sente o calor da minha mão minha voz no seu ouvido abanando os dias cantando a música que você costumava dançar enquanto fritávamos pastéis de queijo com goiabada o pior momento é quando a noite chega você aí no leito eu aqui em casa água que escapa entre os dedos assisto de pé os minutos e a chegada de mais um sol gelado de julho não sei se está protegida ou desamparada sua ausência pulsa na aorta de mãos dadas com sua neta nesta tríplice fronteira que nos cerca
Por Bianca Monteiro Garcia