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Roga, pois, ao Senhor a bênção da Luz Divina para o teu coração e para a tua inteligência, a fim de que te não percas no labirinto dos problemas; contudo, não te esqueças de que, na maioria das ocasiões, o socorro inicial do Céu nos vem ao caminho comum, através de angústias e desenganos. Aguarda, porém, confiante, a passagem dos dias. O tempo é o nosso explicador silencioso e te revelará ao coração a bondade infinita do Pai que nos restaura a saúde da alma, por intermédio do espinho da desilusão ou do amargoso elixir do sofrimento.
Por EmmanuelConfiança é uma coisa engraçada. É tão fácil de tirar proveito. E a traição deixa um gosto metálico na boca.
Por Ginny e Georgia (série)E aqui dentro de mim você demora; Já tornou-se parte mesmo do meu ser. E agora, em qualquer parte, a qualquer hora, Quando eu fecho os olhos, vejo só você.
Por Chico CésarNão confunda seus valores com os valores humanos, não que não o sejas, mas cada ser humano é um universo.
Por Mauricio C. CantelliLucas, LC, 19:30, dizendo-lhes: <J> - Vão até a aldeia que fica ali adiante e, ao entrar, encontrarão preso um jumentinho, o qual ainda ninguém montou; desprendam o jumentinho e tragam aqui.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoSiga a sua alegria, e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes.
Por Joseph CampbellII Coríntios, 2CO, 11:30, Se tenho de me gloriar, vou me gloriar no que diz respeito à minha fraqueza.
Por II Coríntios, Novo TestamentoSe queres amar a vida, eu preferiria dizer, se queres apreciá-la lucidamente, não te esqueças que morrer faz parte dela. Aceitar a morte -a sua, a dos próximos- é a única maneira de ser fiel à vida até o fim. Mortais e amantes de mortais: é o que somos e o que nos dilacera. Mas essa dilaceração que nos faz homens ou mulheres, também é o que dá a vida o seu preço mais elevado. Se não morrêssemos, se nossa existência não se destacasse assim contra o fundo tão escuro da morte, seria a vida tão preciosa, rara, perturbadora? “Um pensamento insuficientemente constante sobre a morte, escrevia Gide, “nunca deu valor suficiente ao mais ínfimo instante de vida.” Portanto é preciso pensar a morte para amar melhor a vida -em todo caso, para amá-la como ela é: frágil e passageira- para apreciá-la melhor, para vivê-la melhor, o que é uma justificação suficiente para este capítulo.
Por André Comte-Sponville