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Habacuque, HC, 2:9, Ai daquele que ajunta em sua casa bens mal-adquiridos, para pôr o seu ninho num lugar bem alto, a fim de livrar-se das garras do mal!
Por Habacuque, Antigo TestamentoJoão, JO, 2:15, Tendo feito um chicote de cordas, expulsou todos do templo, com as ovelhas e os bois. Derramou o dinheiro dos cambistas pelo chão, virou as mesas
Por João, Novo TestamentoSomos pensadores limitados, somos pensadores barulhentos e é muito fácil de nos superar.
Por Ajay AgrawalEzequiel, EZ, 14:8, Voltarei o rosto contra o tal homem, farei dele um sinal e provérbio e o eliminarei do meio do meu povo. E vocês saberão que eu sou o Senhor.`
Por Ezequiel, Antigo TestamentoA vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada.
Por Lya LuftA tragédia não fala de dilemas seculares que podem ser resolvidos pela inovação racional, mas do viés inalterável em direção à desumanidade e à destruição na deriva do mundo.
Por George SteinerVocê tinha planos, tinha uma vida antes de me conhecer e agora só tem tempo para fazer com que eu me apaixone por você todo dia.
Por Como se Fosse a Primeira VezDefiniu César toda a figura da ambição quando disse aquelas palavras: "Antes o primeiro na aldeia do que o segundo em Roma!'' Eu não sou nada nem na aldeia nem em Roma nenhuma. Ao menos, o merceeiro da esquina é respeitado na Rua da Assunção até à Rua da Vitória; é o César de um quarteirão. Eu superior a ele? Em quê, se o nada não comporta superioridade, nem inferioridade, nem comparação? É César de todo um quarteirão e as mulheres gostam dele condignamente. E assim arrasto a fazer o que não quero, e a sonhar o que não posso ter, a minha vida (...), absurda como um reló- gio público parado Aquela sensibilidade tênue, mas firme, o sonho longo mas consciente (...) que forma no seu conjunto o meu privilégio de penumbra.
Por Bernardo Soares