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Dois e Dois são Quatro Como dois e dois são quatro Sei que a vida vale a pena Embora o pão seja caro E a liberdade pequena Como teus olhos são claros E a tua pele, morena como é azul o oceano E a lagoa, serena Como um tempo de alegria Por trás do terror me acena E a noite carrega o dia No seu colo de açucena - sei que dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena mesmo que o pão seja caro e a liberdade pequena.
Por Ferreira GullarSe nunca tiveste um grande êxito, não sabes o que vales; o êxito é a pedra de toque do caráter
Por Amado NervoO amor tem muitas formas. Ele pode durar a vida inteira. Ou pode durar só um verão. Você pode amar alguém que tá perto de você todos os dias. Ou você pode amar muito alguém que tá longe. O amor também pode começar como uma amizade. E quando você vê, você não consegue viver sem aquela pessoa.
Por Coisa Mais Linda (série)Números, NM, 20:16, Clamamos ao Senhor, e ele ouviu a nossa voz; mandou o Anjo e nos tirou do Egito. E eis que estamos em Cades, cidade nos confins do seu país.
Por Números, Antigo TestamentoA coragem da vida é uma magnifica mistura de triunfo e tragédia. O homem faz o que deve fazer apesar das consequências pessoais - apesar dos obstáculos, dos perigos e das pressões - esse é o fundamento de toda a moralidade.
Por John F. KennedyConhece alguém que jogou fora um diamante? Loucura, né? Mas eu joguei Quem já trocou um grande amor por um instante? Burrice, né? Mas eu troquei
Por DilsinhoAprender coisas novas em cada oportunidade e compartilhar o que sabe com os que necessitam. Este é o ciclo ideal de disseminação de conhecimentos.
Por Barbosa Filho“Tu serás sempre, ó Poder, destituído de piedade, e capaz de tudo!” (Prometeu Acorrentado)
Por ÉsquiloComo nos enganamos fugindo ao amor! Como o desconhecemos, talvez com receio de enfrentar Sua espada coruscante, seu formidável Poder de penetrar o sangue e nele imprimir Uma orquídea de fogo e lágrimas. Entretanto, ele chegou de manso e me envolveu Em doçura e celestes amavios. Não queimava, não siderava; sorria. Mal entendi, tonto que fui, esse sorriso. Feri-me pelas próprias mãos, não pelo amor Que trazias para mim e que teus dedos confirmavam Ao se juntarem aos meus, na infantil procura do outro, O outro que eu me supunha, o outro que te imaginava, Quando - por esperteza do amor - senti que éramos um só.
Por Carlos Drummond de Andrade