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Soneto XXXVIII Quando a chuva cessava e um vento fino franzia a tarde tímida e lavada, eu saía a brincar, pela calçada, nos meus tempos felizes de menino. Fazia, de papel, toda uma armada, e estendendo meu braço pequenino, eu soltava os barquinhos, sem destino. ao longo das sarjetas, na enxurrada... Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, que não são barcos de ouro os meus ideais: são de papel, são como aqueles, perfeitamente, exatamente iguais... _Que meus barquinhos, lá se foram eles! Foram-se embora e não voltaram mais!
Por Guilherme de AlmeidaJuízes, JZ, 21:17, Disseram mais: - Deve haver uma herança para os benjamitas que sobraram, pois nenhuma tribo de Israel deve ser destruída.
Por Juízes, Antigo TestamentoApesar de que teu corpo incendeia meu ser, mas arde o sabor dos teus lábios estranhos, mesmo viver longe de você, não posso dizer te amo
Por Geraldo NetoMarcos, MC, 7:19, <J>porque não entra no coração dela, mas no estômago, e depois é eliminado?</J> E, assim, Jesus considerou puros todos os alimentos.
Por Marcos, Novo Testamento"É bom", murmurei, "falar com os outros." "Sim, mas só quando você fala e há alguém que responde".
Por Elena FerranteLevítico, LV, 13:10, Este a examinará, e, se houver inchação branca na pele, a qual tornou brancos os pelos, e houver carne viva na inchação,
Por Levítico, Antigo TestamentoSalmos, SL, 89:9, Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as acalmas.
Por Salmos, Antigo TestamentoDescansa seus sonhos nas mãos de Deus. Que a paz lhe traga tranquilidade para uma noite abençoada!
Por Liahna Mell