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O homem cheio de autoestima espera de forma natural grandes coisas de si mesmo, e se sente amargamente desanimado quando fracassa. O crente que tem autoestima tem os mais elevados ideais morais: chegará a ser o homem mais santo de sua igreja, se não o mais santo de sua geração. É possível que fale da depravação total, da graça e da fé, enquanto ao mesmo tempo inconscientemente está confiando em si mesmo, promovendo-se a si mesmo e vivendo para si mesmo. Como tem aspirações tão nobres, qualquer falha em alcançar seus ideais o enche de desânimo e desgosto. Vem, então, a dor da consciência, que ele erroneamente interpreta como evidência de humildade, mas que na realidade só é uma amarga negativa de perdoar-se a si mesmo por haver caído da alta opinião que tinha de sua própria pessoa.
Por A. W. TozerUma vez eu o vi matar três homens em um bar com um lápis. Com um maldito lápis.
Por John Wick: De Volta ao JogoÉ verdade que, por vezes, os militares, exagerando da impotência relativa da inteligência, descuram servir-se dela.
Por Charles de GaulleMarcos, MC, 12:17, Então Jesus disse: <J> - Deem a César o que é de César</J> <J>e a Deus o que é de Deus.</J> E muito se admiraram dele.
Por Marcos, Novo TestamentoA mente usa a sua faculdade de criatividade apenas quando a experiência a obriga a fazê-lo.
Por Jules PoincaréPensei em mentir, pensei em fingir, dizer: eu tenho um tipo raro de, estou à beira, embora não aparente. Não aparento? Providências: outra cor na pele, a mais pálida; outro fundo para a foto: nada; os braços caídos, um mel pungente entre os dentes. Quanto à tristeza que a distância de você me faz, está perfeita, fica como está: fria, espantosa, sete dedos em cada mão. Tudo para que seus olhos vissem, para que seu corpo se apiedasse do meu e, quem sabe, sua compaixão, por um instante, transmutasse em boca, a boca em pele, a pele abrigando-nos da tempestade lá fora. Daria a isso o nome de felicidade, e morreria. Eu tenho um tipo raro.
Por Eucanaã FerrazI Pedro, 1PE, 2:9, Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
Por I Pedro, Novo Testamento