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É fácil achar que nossa capacidade de amar tem um limite quando estamos magoados.
Por After: Para Sempre (filme)I Reis, 1RS, 8:50, perdoa ao teu povo, que houver pecado contra ti, todas as suas transgressões que houverem cometido contra ti; e move tu à compaixão os que os levaram cativos, para que se compadeçam deles.
Por I Reis, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 2:24, E agora, tão certo como vive o Senhor, que me estabeleceu e me fez assentar no trono de Davi, meu pai, e me edificou casa, como tinha dito, Adonias morrerá no dia de hoje.
Por I Reis, Antigo TestamentoQuando eu encontrar todas as razões. Talvez eu encontre um outro dia. Com todas as mudanças de estações da minha vida. Talvez eu faça certo da próxima vez.
Por Axl RoseLamentações de Jeremias, LM, 3:59, Viste, Senhor, a injustiça que me fizeram; julga a minha causa.
Por Lamentações de Jeremias, Antigo TestamentoLucas, LC, 24:25, Então ele lhes disse: <J> - Como vocês são insensatos e demoram para crer em tudo o que os profetas disseram!</J>
Por Lucas, Novo TestamentoO instinto descreve um ato ou uma força que promove o processo de vida. (...) O destino é um princípio passivo. Descreve o modo como as coisas são.
Por Alexander LowenDatilografia Traço, sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Formo o projeto, aqui isolado, Remoto até de quem eu sou. Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tic-tac estalado das máquinas de escrever. Que náusea da vida! Que abjeção esta regularidade! Que sono este ser assim! Outrora, quando fui outro, eram castelos e cavalarias (Ilustrações, talvez, de qualquer livro de infância), Outrora, quando fui verdadeiro ao meu sonho, Eram grandes passagens do Norte, explícitas de neve, Eram grandes palmares do sul, opulentos de verdes. Outrora... Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tic-tac estalado das máquinas de escrever. Temos todos duas vidas: A verdadeira, que é a que sonhamos na infância, E que continuamos sonhando, adultos, num substrato de névoa; A falsa, que é a que vivemos em convivência com outros, Que é a prática, a útil, Aquela em que acabam por nos meter num caixão. Na outra não há caixões, nem mortes. Há só ilustrações de infância: Grandes livros coloridos, para ver mas não ler; Grandes páginas de cores para recordar mais tarde. Na outra somos nós, Na outra não vivemos; Nesta morremos, que é o que viver quer dizer. Neste momento, pela náusea, vivo só na outra... Mas ao lado, acompanhamento banalmente sinístro, Se, desmeditando, escuto, Ergue a voz o tic-tac estalado das máquinas de escrever.
Por Álvaro de Campos